Tião Bocalom entra em 2026 com musculatura para qualquer disputa, afirma José Américo

É legítimo que uma parcela expressiva do eleitorado considere Bocalom uma alternativa sólida para a disputa estadual

Rio Branco abre créditos suplementares que somam mais de R$ 2,3 milhões /Foto: Reprodução

No primeiro ano do seu segundo mandato, Tião Bocalom encerra 2025 consolidado como um dos maiores realizadores de todos os tempos da Prefeitura de Rio Branco. O volume de obras e ações executadas em apenas cinco anos devolveu à capital acreana a condição de cidade estruturada, organizada e valorizada — algo que a população percebe no cotidiano.

Sua aprovação se sustenta exatamente nisso: resultado concreto. Em ritmo acelerado, Bocalom recuperou e revitalizou as principais vias, como a Avenida Chico Mendes; melhorou a trafegabilidade em bairros historicamente esquecidos; transformou ramais abandonados em estradas trafegáveis o ano inteiro; e entregou mais de 100 pontes, muitas delas de alvenaria, garantindo acesso permanente a comunidades rurais e produtores.

Bocalom entra em 2026 com musculatura para qualquer disputa, diz José Américo. Foto: ContilNet

Ao mesmo tempo, reforçou sua marca de gestão baseada em produção, tecnologia, emprego e dignidade. A assistência técnica à agricultura familiar foi ampliada; a defesa do agronegócio se traduziu em políticas reais; e um ambiente mais favorável ao setor produtivo passou a existir na capital.

No campo social e urbano, o ritmo foi igualmente intenso: escolas revitalizadas, reabertura do restaurante comunitário, parques recuperados, ações culturais e ambientais retomadas. Os festivais — como o da Macaxeira — e o Natal de Luz movimentaram a economia, trouxeram identidade e reacenderam o orgulho da população.

E, no eixo tecnológico, a Prefeitura abriu uma nova frente de modernização. Além dos eventos e programas já implementados, o Festival Tec Jovem despontou em 2025 como um dos marcos mais relevantes da política de tecnologia e inovação de Rio Branco. Com oficinas, competições, participação de startups e envolvimento direto de estudantes e jovens empreendedores, o festival consolidou a capital como um polo emergente de inovação na Amazônia urbana.

Esse conjunto robusto de realizações explica por que, ao se falar em 2026, o nome de Bocalom surge naturalmente entre os mais competitivos no espectro da direita. Embora lideranças como a vice-governadora Mailza Gomes e o senador Alan Rick tenham relevância política, nenhum deles apresenta histórico de gestão aprovado no Executivo — um diferencial que hoje pesa muito aos olhos da população.

Por isso, é legítimo que uma parcela expressiva do eleitorado considere Bocalom uma alternativa sólida para a disputa estadual. Rio Branco mudou significativamente nos últimos anos, e essa transformação dá credibilidade a qualquer passo futuro que ele venha a dar.

Ainda assim, fiel ao seu modo de atuar, o prefeito mantém o foco: “O momento é de trabalhar”, repete. E reforça que qualquer decisão política será tomada somente no início de 2026, ouvindo o grupo que o sustenta.

O fato, porém, é incontornável: ninguém chega forte a uma eleição sem obra, sem entrega e sem resultado. E é justamente isso que Bocalom tem de sobra.

Se será candidato ou não, apenas o tempo definirá.

Mas, se quiser disputar, condições políticas — e principalmente condições de gestão — não faltarão.


José Américo é jornalista e consultor de marketing. 

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