O ex-ajudante de ordens de Jair Bolsonaro, Mauro Cid, teve a tornozeleira eletrônica retirada após decisão do Supremo Tribunal Federal (STF), nesta segunda-feira (3/11). Os demais réus ainda aguardam a análise de recursos antes de começarem a cumprir pena.
Cid foi delator do esquema da trama golpista e recebeu uma pena reduzida. Os ministros do STF determinaram uma pena de dois anos de reclusão em regime aberto, com o cumprimento de medidas cautelares.
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Segundo a decisão da Primeira Turma do Supremo, ele está proibido de portar armas; utilizar redes sociais; e de se comunicar com condenados e investigados pela trama golpista. Além disso, terá que cumprir recolhimento domiciliar no período noturno (entre 20h e 6h) e integralmente nos finais de semana.





