A Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro (Alerj) vai deliberar, nas próximas horas, se mantém ou derruba a prisão do presidente da Casa, o deputado Rodrigo Bacellar (União Brasil).
Bacellar foi preso pela Polícia Federal (PF) na quarta-feira (4/12), sob a suspeita de ter vazado informações sigilosas de uma operação contra o colega deputado TH Joias em setembro.
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TH Joias e Rodrigo Bacellar
Reprodução/Instagram
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Rodrigo Bacellar é presidente da Alerj
Divulgação
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Deputado estadual Guilherme Delaroli (PL) assumiu presidência da Alerj após afastamento de Rodrigo Bacellar (União Brasil)
Divulgação/Alerj
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O deputado Altineu Côrtes (PL-RJ)
Reprodução/Câmara dos Deputados
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O ex-presidente Jair Bolsonaro
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Claudio Castro se reúne com Moraes
Agência Brasil
A prisão foi autorizada pelo ministro do STF Alexandre de Moraes. Conforme previsto na constituição, a Corte tem até 24 horas para notificar a Alerj, que decide se mantém ou não a prisão.
A previsão de aliados de Bacellar é de que a maioria dos deputados estaduais vote para revogar a prisão do presidente da Assembleia. “Ele tem todo mundo na mão”, diz uma liderança do PL.
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Alerj já soltou outros deputados presos
O histórico da Alerj contribui para esse cenário. Em 2017 a Casa soltou seu então presidente, Jorge Picciani (MDB), além dos deputados Paulo Melo e Edson Albertassi, presos pela Lava Jato.
Em 2019, a maioria dos integrantes da Alerj também votou para soltar cinco deputados estaduais presos na Operação Furna da Onça, em mais um desdobramento da Lava Jato no Rio.
