O ator norte-americano Peter Greene morreu aos 60 anos após ser encontrado em seu apartamento, em Manhattan. A informação foi confirmada por seu empresário, Gregg Edwards, na última sexta-feira (12/12) a veículos da imprensa americana. Até o momento, as autoridades não divulgaram a causa da morte.
Segundo relatos da imprensa local, a polícia foi acionada para uma checagem de bem-estar depois que vizinhos estranharam o som de música alta vindo do imóvel por mais de um dia. Ao entrarem no apartamento, os agentes encontraram o ator inconsciente. Não há indícios de crime divulgados oficialmente.
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Conhecido por dar vida a figuras intensas e frequentemente sombrias, Greene construiu uma carreira marcada por personagens de forte impacto. Em 1994, ele ganhou projeção internacional ao interpretar Dorian Tyrell, o vilão de “O Máskara”, contracenando com Jim Carrey. No mesmo ano, deixou outra marca definitiva no cinema ao viver Zed em “Pulp Fiction: Tempo de Violência”, dirigido por Quentin Tarantino.
Antes do sucesso comercial, o ator já havia sido elogiado pela crítica por seu trabalho em “Clean, Shaven’, de 1993, no qual interpretou um homem com esquizofrenia suspeito de assassinato. O papel é considerado um dos mais complexos de sua trajetória. Ao longo dos anos, também participou de produções como “Os Suspeitos”, “Dia de Treinamento”, “Um Tira Muito Suspeito” e projetos independentes.
Mesmo longe do auge hollywoodiano, Peter Greene seguia ativo profissionalmente. Ele estava envolvido nas filmagens do longa “Mascots”, ao lado de Mickey Rourke, e no documentário “From the American People: The Withdrawal of USAID”, voltado a temas sociais e políticos.
Em comunicado emocionado, Gregg Edwards lamentou a perda e destacou o lado humano do ator. Segundo ele, Greene era generoso, comprometido com causas humanitárias e extremamente respeitado por colegas de profissão. Nascido em Montclair, no estado de Nova Jersey, em 1965, Peter Greene deixa um irmão e uma irmã.





