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Condenada pelo 8/1, bolsonarista foragida é presa na Argentina

Por Metrópoles 03/12/2025 01:02 Atualizado em 03/12/2025 01:03
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Uma brasileira foragida após participar dos atos golpistas de 8 de janeiro de 2023 foi presa, nessa terça-feira (2/12), por militares argentinos ao tentar entrar no Paraguai. Sirlene de Souza Zanotti, de 53 anos, foi condenada a 14 anos de prisão pelo Supremo Tribunal Federal (STF).

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A mulher é psicóloga e se dizia “exilada” na Argentina. A defesa dela confirmou a prisão e a classificou como “perseguição política”.

Sirlene foi detida por militares da Gendarmería Nacional Argentina na cidade de Posadas, província de Misiones. Ela estava tentando entrar no Paraguai.

A bolsonarista foi transferida para a prisão em Ezeiza, em Buenos Aires, e passará por audiência de custódia nesta quarta-feira (3/12). Em junho de 2024, o ministro Alexandre de Moraes pediu a extradição de Sirlene para o Brasil.

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O STF condenou Sirlene a 14 anos de prisão — sendo 12 anos e 6 meses de reclusão e um ano e 6 meses de detenção — pelos crimes de abolição violenta do Estado democrático de Direito, tentativa de golpe de Estado, deterioração do Patrimônio tombado e associação criminosa armada.

Em dezembro de 2024, Sirlene publicou uma carta onde dizia que o STF “roubou tudo” dela em uma “falsa acusação de crime” e um “processo cheio de ilegalidades”. “Aqui (no exílio) não tem vida. A injustiça atravessa a fronteira e me mantém num corpo sem rumo”, escreveu a mulher.

Em nota, a defesa de Sirlene afirma que a detenção na Argentina evidencia que a “perseguição política em nosso país ultrapassa as fronteiras nacionais”.

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