O Palmeiras passou a lidar com consequências administrativas e jurídicas após a reunião do Conselho Deliberativo do clube, envolvendo a presidente Leila Pereira e o conselheiro José Corona Netto. A presidente pretende abrir uma sindicância interna, enquanto o conselheiro articula uma interpelação judicial contra a mandatária.
Medida interna da presidência
De acordo com apuração da ESPN, Leila Pereira pretende solicitar a abertura de uma sindicância no Palmeiras. A intenção da mandatária é encaminhar o caso ao Conselho de Ética do clube, com o objetivo de buscar a suspensão de José Corona Netto.
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Na avaliação da presidente, o conselheiro teria feito ofensas direcionadas a ela e à atual gestão durante a reunião, o que motivou a iniciativa de apuração interna e eventual punição administrativa.
Reação judicial do conselheiro
Em sentido oposto, a reportagem apurou que José Corona Netto planeja recorrer ao Judiciário. O conselheiro pretende entrar com uma interpelação judicial contra Leila Pereira, exigindo um pedido formal de desculpas pelas declarações feitas durante a reunião do Conselho Deliberativo.
Durante as discussões, Leila Pereira se referiu ao conselheiro, em diferentes momentos, como “covarde” e “fracassado”. Corona Netto entende que as falas extrapolaram o ambiente institucional e aguarda uma retratação da presidente.
Possibilidade de ação contra a presidente
Segundo pessoas próximas ao conselheiro, caso não haja um pedido de desculpas por parte de Leila Pereira, José Corona Netto pretende ingressar com uma ação judicial contra a mandatária, levando o caso para a esfera civil.
Trajetória de José Corona Netto no Palmeiras
José Corona Netto é conselheiro do Palmeiras há pouco mais de 20 anos e sócio do clube desde 1986. Ele é filho de Sergio Corona, que foi diretor de futebol do Palmeiras entre 1972 e 1973, período marcado pelo auge da chamada “Segunda Academia” do clube.
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