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Cotidiano

Garotas de programa colocam advogado caloteiro na parede; Veja prints

Por Metrópoles 10/12/2025 05:53 Atualizado em 10/12/2025 06:12
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A aventura sexual envolvendo o advogado Hans Weberling, um ménage à trois fervilhante com duas garotas de programa em um escritório na Península dos Ministros, e um calote de R$ 10 mil, não se resumiram ao fato de todos terem sido conduzidos à delegacia.

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Foto: Reprodução

A coluna teve acesso exclusivo a prints de conversas de WhatsApp que mostram mensagens das duas mulheres que exigiam o pagamento pela prestação dos serviços sexuais devidamente executados no último domingo (7/12). As conversas ainda trouxeram à tona uma acusação grave sobre o comportamento do advogado durante o ato sexual.

Após o registro da ocorrência na 5ª DP e a liberação dos envolvidos, as mulheres continuaram a contatar o advogado pelo aplicativo de mensagens. O tom, que misturava desabafo e negociação, tentava evitar que o escândalo ganhasse proporções ainda maiores, oferecendo “saída honrosa” para ambas as partes.

“Vulneráveis e desamparadas”

Print 1/ Foto: Reprodução

Print 2/ Foto: Reprodução

Em um dos trechos mais contundentes, uma das mulheres explica o motivo de terem acionado a Polícia Militar do Distrito Federal (PMDF) naquele momento. Elas refutam a tese de que queriam apenas causar tumulto e apontam a quebra do acordo financeiro como o gatilho para a exposição pública.

“O que aconteceu ontem só chegou ao ponto da delegacia porque ficamos vulneráveis e desamparadas quando o acordo não foi cumprido por você. Desde o início você deixou claro que o problema não era dinheiro, e eu estou sendo justa ao reconhecer isso, porque ouvi isso de você”, escreveu a profissional do sexo.

 

Acusação de “Stealthing”

No entanto, o ponto mais alarmante das mensagens diz respeito à segurança sanitária e física das mulheres. No texto enviado a Hans Weberling, a mulher relata que o advogado teria retirado o preservativo sem o consentimento delas durante a relação, prática conhecida internacionalmente como stealthing, que pode configurar crime de violação sexual mediante fraude.

“Você também sabe o quanto ficamos expostas quando houve a situação da camisinha sendo retirada sem comunicar a gente. Isso gerou um medo, porque existem riscos e consequências que não deveriam ter acontecido daquele jeito”, diz o trecho da mensagem.

Proposta de Acordo

Ao final da conversa, as mulheres sinalizam que estão dispostas a retirar a queixa ou minimizar os danos legais mediante o pagamento dos R$ 10 mil. O texto sugere um encerramento “administrativo” para o caso que abalou a alta sociedade brasiliense.

“Não queremos levar isso adiante, nem causar nenhum problema para você ou para outras pessoas que estiveram ontem. Só queremos concluir o que foi combinado. Assim que o valor acertado for passado, nós vamos até a delegacia para resolver administrativamente e encerrar tudo”, finaliza a mensagem.

A coluna apurou que, na segunda-feira (8/12), o advogado pagou o valor cobrado pelas garotas de programa.

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