O Flamengo estreou na Copa Intercontinental na última quarta-feira (10/12), diante do Cruz Azul-MEX. A participação rubro-negra reacendeu uma dúvida recorrente entre torcedores sobre as competições mundiais a nível de clubes. Em 2025, a questão ganhou ainda mais força com a realização da Copa do Mundo de Clubes, disputada nos Estados Unidos entre junho e julho.
Ou seja, a temporada teria duas competições similares separadas apenas por alguns meses? A resposta é simples: sim. Isso porque a FIFA afirma que a criação do torneio vencido pelo Chelsea e que disputado a cada quatro anos, nos moldes da Copa do Mundo de Seleções, não elimina a versão anual, que segue funcionando paralelamente em formato similar ao disputado em 2000 e entre 2004 e 2023.
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Intercontinental e Copa do Mundo: o formato da competição
As diferenças entre as competições, entretanto, são notáveis. A começar pelo número de participantes e a estrutura: a Copa Intercontinental reúne apenas o campeão de cada continente, totalizando seis participantes. O formato é eliminatório e tem algumas particularidades, como o representante da América do Sul entrando a partir da 3ª fase e o campeão europeu já garantido na final, enquanto os demais clubes entram em etapas anteriores.
O Flamengo, por exemplo, enfrentou o Cruz Azul, campeão da Champions da Concacaf que foi à competição como representante da América Central e do Norte. Na etapa seguinte, o adversário foi o Pyramids, do Egito, que conquistou pela primeira vez a Liga dos Campeões da CAF. Já ficaram pelo caminho o Auckland City-NZE, campeão da Oceania, e o Al Ahli-ARA, representante da Ásia.
O novo formato estreou na edição de 2024. Na ocasião, o Botafogo foi à competição após vencer a Libertadores e foi eliminado na 1ª fase após ser derrotado para o Pachuca-MEX. O clube mexicano avançou até a final e perdeu para o Real Madrid. Neste ano, o representante europeu que aguarda diretamente da final é o PSG.





