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Em “Dona de Mim”, Filipa, personagem de Cláudia Abreu, se tornou um dos casos mais comentados da trama não por falta de coerência dramática, mas justamente pelo excesso de contradições que carrega. A trajetória da personagem escancara um ponto sensível das novelas: até onde o público aceita ambiguidades morais quando elas envolvem luto, culpa e desejo?
