Perrengue no sexo pós-parto: relato sincero de Maíra Cardi viraliza

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A influenciadora Maíra Cardi, de 42 anos, revelou algumas dificuldades com o sexo após o parto com o marido, Thiago Nigro. Ela contou que, passado o resguardo, um período de 40 a 60 dias depois de dar à luz, sentiu grandes transformações.

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Passando os 40 dias, no meu caso foram 42, você pode voltar [a se relacionar sexualmente], mas não é como antes. Parece que está tudo fechado de novo, dá um incômodo. É estranho, chega a ser dolorido, como se fosse a primeira vez. Não é aquela harmonia que a gente acha que vai ser igual antes”, relatou.

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Além disso, a nutricionista explicou que são necessários alguns cuidados: “Comecei a ver uma galera explicando de verdade. Teve uma mulher que pegou uma bactéria seríssima e quase morreu por que teve relação antes do tempo. Aí eu fui perguntar para o meu médico e ele falou: ‘Não, é sério mesmo, você resguarda, não brinca, não’. Depois do parto, tanto normal quanto cesárea, o útero fica aberto, fica ferido, é uma ferida aberta ali, então precisa do resguardo de 40 dias”, explicou para os seguidores nas redes sociais.

A influencer acrescentou passou por alguns perrengues no ato sexual: “Ninguém te avisa que, durante a relação, por causa da oxitocina, o peito começa a vazar leite no meio do rolê. É a maternidade vindo te lembrar que aquele corpo agora é da criança. Isso é uma coisa que as pessoas deveriam contar antes, para a mulher estar preparada psicologicamente”, prosseguiu.

Ela destacou, porém, as partes positivas da experiência. “Teve uma parte muito boa, que foi voltar a encostar barriga com barriga. É um abraço que fazia muito tempo que eu não sentia, corpo com corpo, barriga com barriga. Isso foi maravilhoso. A parte ruim é que você se sente virgem de novo, e é desagradável. Mas faz parte do pós-parto”, comenta.

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Sexualidade no pós-parto

Uma pesquisa da Associação dos Profissionais de Saúde Reprodutiva, nos Estados Unidos, revelou que a volta do desejo, do prazer e da frequência das relações sexuais aos níveis anteriores à gravidez pode demorar até um ano.

No período pós-parto, ou puerpério, a mulher precisa se preparar física e emocionalmente para retomar sua vida sexual.

“A prolactina, que é o hormônio que passa a ocupar um grande espaço no corpo da mulher, em decorrência da amamentação, pode diminuir a libido. Além disso, a falta do estrogênio, que diminui nesse período, faz a vagina ficar menos lubrificada, fator que pode gerar dor ou ardência durante a penetração”, explicou a médica Gabriella Ferreira, ginecologista e obstetra especialista em reprodução assistida, em entrevista anterior ao Metrópoles.

Ela salientou que é importante as mulheres procurarem seus médicos. “É um período que exige mais paciência, tanto da mulher como de seu companheiro, e conversar ajuda muito”, apontou. “O mais importante é que a mulher tenha consciência de que o que ela está sentindo vai passar, é apenas uma fase.”