A Polícia Civil do Pará (PCPA) confirmou que a morte da cantora paraense de tecnomelody Ruthetty está sendo investigada como feminicídio, o que elevou a gravidade do caso e colocou a Delegacia de Feminicídio (DEFEM) à frente das apurações. A artista, conhecida pelo sucesso “Viver de Ilusão”, foi encontrada sem vida na manhã de quarta-feira (3), dentro de sua residência no bairro da Marambaia, em Belém.
Segundo a PCPA, todas as circunstâncias que envolvem o caso estão sob sigilo. Testemunhas já estão sendo ouvidas, análises de câmeras de segurança dos arredores foram solicitadas, e exames periciais estão em andamento para esclarecer o que ocorreu dentro da casa da cantora.
A equipe de Ruthetty informou que a liberação do corpo demorou porque a Delegacia da Mulher solicitou procedimentos periciais adicionais, considerados fundamentais para o avanço da investigação.
O velório da artista ocorre desde a tarde desta quinta-feira (4), em uma capela particular no bairro do Marco. O sepultamento está marcado para esta sexta-feira (5), às 9h, em um cemitério particular de Ananindeua, na região metropolitana de Belém.
Ruthetty, que ganhou destaque nos anos 2000 com músicas românticas e marcantes do tecnomelody, teve sua morte anunciada oficialmente em uma publicação em sua página. A nota comunicava que ela havia sido encontrada morta pela manhã, em sua residência.
A Polícia Civil segue investigando o caso com prioridade, tratando a hipótese de feminicídio como linha principal, até que as perícias e depoimentos concluam o que realmente aconteceu.
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