O passado vai falar mais alto e reacender sentimentos adormecidos em “Três Graças”. No capítulo previsto para ir ao ar nesta quarta-feira (21), Misael (Belo) e Consuelo (Viviane Araújo) terão um reencontro carregado de tensão, emoção — e um clima que ultrapassa a simples amizade com um quase beijo entre o ex-casal.
Consuelo chega disposta a impedir que Misael cometa a loucura de matar Ferette (Murilo Benício). Desconfiado, ele reage de forma dura: “Você me seguiu do Rio até aqui pra me dedurar, foi isso?”. Ela rebate com firmeza: “Alguém tinha que te impedir de fazer essa besteira”.
Leia Também
“Três Graças” cita Consuelo pela primeira vez e prepara entrada de Viviane Araújo na trama
Autores de “Três Graças” preparam capítulo 100 bombástico com três grandes acontecimentos
Aguinaldo Silva já reuniu os ex Marina Ruy Barbosa e Klebber Toledo em cena em “Império”
Cenas de Viviane Araujo com Belo em “Três Graças” vazam e diálogo chama atenção: “Karma”
Pressionado, Misael acaba explodindo e revela que está dominado pelo desejo de vingança: “Eu não consigo esquecer o que aquele canalha fez! Ele que matou minha mulher!”. Junior tenta contê-lo: “Ele também matou o meu pai. E nem por isso vou sair atirando por aí…”.
Mesmo assim, Misael insiste: “Ele também tentou me matar! Mandou o capanga me atropelar, esqueceram?”. Viviane entra na discussão e faz o alerta mais duro: “Você quer se igualar a ele? Virar assassino também? A falecida Isaura ia gostar disso?”.
A verdade vem à tona de vez quando Joaquim percebe que Misael foi ao Rio com segundas intenções. Diante do silêncio do amigo, Consuelo abre o jogo: “Ele queria usar o dinheiro pra contratar um matador. Eu que não deixei. Aí comprou uma arma”.
Misael não nega: “Eu tinha que me vingar!”. Mas Consuelo o confronta com o peso da consciência: “Vocês já estão se vingando, homem! Tiraram a estátua e os milhões dele pra salvar a vida dos doentes!”.
O discurso coletivo surte efeito. Gerluce reforça: “Misael… Nós não somos assassinos. Por mais safados que o Ferette e dona Cobra sejam, o lugar deles é na cadeia”.
É nesse momento que a cena muda de tom e ganha contornos emocionais — e românticos. Consuelo se aproxima e admite: “Talvez você não me perdoe nunca, mas o que fiz foi pro seu bem. Isso significa que ainda me preocupo com você”.
A resposta de Misael é direta ao coração: “Como é que eu não vou te perdoar, Consuelo? Você cuidou dos meus pais enquanto eu estive longe!”. Emocionado, ele se aproxima e vai além: “Depois de tantos anos sem me ver… Ainda se preocupa comigo, foi capaz de largar tudo lá no Rio pra vir aqui me impedir que eu faça uma loucura. Você é um anjo que Deus botou no meu caminho”.
Um beijo está prestes a acontecer quando, constrangida com a intensidade do momento, Consuelo tenta quebrar o clima com humor: “Sou mesmo! Merecia uma estátua como essa daí… As três Consuelos!”.
Mas Misael não recua no sentimento: “Pelo menos, a viagem não foi perdida. Fui pro Rio pensando em matar alguém e acabei reencontrando uma pessoa que foi tão importante na minha vida”. Ele chega a pegar na mão dela, que, balançada, se afasta.
Mesmo com ele prometendo desistir da vingança — “Podem ficar tranquilos. Eu juro, esquece isso” —, Consuelo demonstra que o passado ainda pesa entre os dois: “Eu quero confiar em você, mas não sei se devo acreditar nas suas juras. Por causa de algumas delas, a gente não deu certo. Tu sabe quais”.
Decidida a não se afastar de novo, ela anuncia que ficará por perto: “E vou ficar mais um tempo. Só pra ter certeza que você não vai mesmo fazer essa burrice. Lá do céu, seus pais iam ficar muito tristes. E eu não quero ter que te visitar na cadeia!”.
