O Caso do ET de Varginha segue como um dos episódios mais enigmáticos da história brasileira. Três décadas depois, o assunto continua cercado por mistério, sigilo militar e relatos contraditórios, especialmente quando envolve Campinas, a EsPCEx e o nome do legista Fortunato Antônio Badan Palhares.
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Tudo começou em 20 de janeiro de 1996, quando três jovens afirmaram ter visto uma criatura de aparência não humana em um terreno baldio no bairro Jardim Andere, em Varginha, Minas Gerais. A descrição falava em um ser de olhos grandes, pele escura e comportamento incomum. Em poucas horas, a cidade foi tomada por rumores e por uma movimentação atípica de bombeiros, polícia e militares, dando origem ao caso ufológico mais famoso do país.
Segundo versões que circulam fora dos registros oficiais, o ET teria sido capturado e retirado de Minas Gerais sob forte esquema de segurança. De acordo com esses relatos, a criatura foi levada por um comboio militar até a Escola Preparatória de Cadetes do Exército (EsPCEx), em Campinas, considerada uma das sete maravilhas do município. A operação teria ocorrido de forma silenciosa, com acesso restrito e sem qualquer divulgação pública.
Ainda conforme essa narrativa, o ser de outro planeta teria sido encaminhado posteriormente para uma universidade da região, onde seria investigado pelo renomado legista Fortunato Antônio Badan Palhares, então chefe do Departamento de Medicina Legal da Unicamp. O suposto envolvimento de um dos nomes mais conhecidos da medicina legal brasileira reforçou, ao longo dos anos, as teorias de acobertamento e operações secretas.
No entanto, o próprio Badan Palhares nega essa versão. O legista afirma de forma categórica que o ET nunca chegou até ele, descartando qualquer participação em exames ou análises de uma suposta criatura extraterrestre. A declaração contrasta diretamente com os relatos que circulam há décadas e aprofunda ainda mais a sensação de que o caso é marcado por versões irreconciliáveis.
Exército nega captura do ET de Varginha
Oficialmente, o Exército e autoridades brasileiras negam qualquer captura, transporte de criatura ou envolvimento de instituições militares e acadêmicas. As investigações concluíram que não houve ET algum, atribuindo o episódio a boatos, interpretações equivocadas e ao impacto psicológico coletivo provocado pelo clima da época.
Entre relatos que persistem e negações firmes, o ET de Varginha permanece como um dos maiores mistérios não resolvidos do Brasil. A suposta passagem por Campinas, pela EsPCEx, e a negativa do próprio Badan Palhares mantêm viva a pergunta que atravessa gerações: o que realmente aconteceu em Varginha naquele janeiro de 1996?
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