A partir da próxima terça-feira, 6 de janeiro de 2026, os usuários do transporte público em São Paulo irão pagar mais caro para utilizar ônibus, metrô e trens metropolitanos. O reajuste foi confirmado tanto pela Prefeitura de São Paulo quanto pelo Governo do Estado, afetando milhões de passageiros diariamente.
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A tarifa dos ônibus municipais sofrerá aumento e passará de R$ 5,00 para R$ 5,30. Já as passagens do metrô e dos trens da Região Metropolitana subirão de R$ 5,20 para R$ 5,40, conforme anunciado pelo governo estadual.
Os usuários que desejarem economizar poderão adquirir créditos do Bilhete Único até as 23h59 da segunda-feira (5/1). Os valores comprados antes do reajuste permanecerão válidos pelo preço antigo por até 180 dias após a compra.
Reajuste dos ônibus
O aumento na tarifa dos ônibus municipais representa cerca de 6%, percentual que, segundo a prefeitura, fica abaixo da inflação medida pelo IPC-Fipe, que acumulou 6,5% no período analisado.
A administração municipal destacou que a tarifa ficou congelada por vários anos, com apenas um reajuste relevante entre 2020 e 2025, e que a atualização atual busca reduzir o impacto da inflação acumulada sobre os custos do sistema.
Aumento no metrô e nos trens
No caso do metrô e dos trens metropolitanos, o reajuste é de aproximadamente 3,85%, percentual também inferior à inflação, estimada em 4,46% pelo IPC-Fipe para o mesmo período.
O Governo do Estado de São Paulo justificou o aumento afirmando que o reajuste é necessário para manter a qualidade, segurança e eficiência do serviço, além de garantir a continuidade das operações. A gestão estadual informou ainda que continuará realizando aportes financeiros bilionários para sustentar o sistema metroferroviário.
Impacto para os usuários
Com os novos valores, passageiros precisarão reorganizar seus gastos mensais com transporte, especialmente aqueles que utilizam mais de um modal diariamente. Créditos já existentes no Bilhete Único seguem válidos até serem totalmente consumidos.
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