A obra da Orla do Rio Acre, em Brasileia, está com 51,04% dos serviços executados e permanece paralisada desde abril de 2024, após interrupção de recursos do convênio federal. A informação foi divulgada pelo Departamento de Estradas de Rodagem, Infraestrutura Hidroviária e Aeroportuária (Deracre) nesta quarta-feira (25).
O Deracre mantém acompanhamento técnico e administrativo do contrato e já adotou providências necessárias para viabilizar a continuidade da obra, acionando a Representação do Governo do Acre em Brasília (Repac) para solicitar ao Ministério das Cidades a regularização financeira para retomar os serviços.
LEIA TAMBÉM: Em visita técnica, Deracre inicia etapa para definir local de nova ponte entre Brasileia e Epitaciolândia
Um relatório técnico foi elaborado com um levantamento atualizado das condições da área e registro das intervenções executadas até a paralisação.
Segundo o Deracre, a proteção da margem foi executada conforme o projeto, utilizando o sistema bolsacreto, técnica que consiste na aplicação de mantas preenchidas com concreto para reforço do barranco do rio, de acordo com normas de engenharia aplicáveis a esse tipo de intervenção.
“O Deracre destaca que, nas margens dos rios da região, são comuns os chamados “terras caídas”, fenômeno natural que provoca erosão nos barrancos em razão da dinâmica das águas. A avaliação técnica considera esse contexto e o fato de que a obra ainda não foi concluída”, diz o órgão.
