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Polícia Militar prende suspeita de ordenar morte de jovem em 2020 no Acre

Por Ithamar Souza, ContilNet

Késia Nascimento da Silva desapareceu em 28 de janeiro de 2020, após deixar o filho em uma lanchonete da família

Késia Nascimento da Silva desapareceu em 28 de janeiro de 2020, após deixar o filho em uma lanchonete da família | Foto: Reprodução

A Polícia Militar do Acre prendeu, na manhã desta quarta-feira (18), uma mulher investigada por envolvimento no assassinato de Késia Nascimento da Silva, ocorrido em 2020, em Rio Branco. A captura foi realizada por uma equipe do Batalhão de Operações Especiais (BOPE), durante patrulhamento na Estrada do Calafate, no bairro Portal da Amazônia.

De acordo com a corporação, após abordagem de rotina, os policiais consultaram o Banco Nacional de Mandados de Prisão (BNMP) e identificaram um mandado de prisão em aberto contra Amanda de Lima Moura. Ela recebeu voz de prisão e foi encaminhada à Delegacia Central de Flagrantes (Defla), onde permanece à disposição do Judiciário.

Investigação do “Caso Késia”

Késia Nascimento da Silva desapareceu em 28 de janeiro de 2020, após deixar o filho em uma lanchonete da família, localizada na Estrada da Floresta, na capital acreana. As investigações conduzidas pelas forças de segurança apontam que a jovem teria sido morta no mesmo dia.

Segundo a Polícia Civil, a suspeita é apontada como responsável por ordenar o crime. A apuração indica que o assassinato teria relação com disputa entre facções criminosas. O corpo da vítima não foi localizado até o momento.

Ainda conforme os investigadores, nove pessoas foram presas no decorrer da operação, sendo duas localizadas no estado de São Paulo. A polícia informou que a investigada detida nesta quarta-feira também estaria em São Paulo na época dos fatos e teria acompanhado a execução do crime por meio de videoconferência.

Julgamento mantido pela Justiça

O Ministério Público do Acre denunciou nove réus por homicídio qualificado, ocultação de cadáver, corrupção de menores e participação em organização criminosa. A Justiça estadual decidiu manter o julgamento dos acusados.

O caso segue sob acompanhamento das autoridades responsáveis pela investigação e pelo processo judicial.

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