Acre negocia cooperação com Rondônia para implantar Portal da Transparência Ambiental

Tecnologia ambiental de Rondônia poderá ser usada pelo governo do Acre

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Países amazônicos defenderão fundo para preservar florestas | Foto: Reprodução

Representantes dos governos do Acre e de Rondônia participam, entre os dias 3 e 6 de março, de uma série de reuniões para estruturar um Acordo de Cooperação Técnica (ACT) voltado à implantação de ferramentas digitais de gestão ambiental no estado acreano. A proposta prevê a criação de um Portal da Transparência Ambiental e de um Geoportal, utilizando tecnologia já desenvolvida em Rondônia.

A solução foi criada pela Secretaria de Estado do Desenvolvimento Ambiental (Sedam) e deverá ser adaptada para atender órgãos ambientais do Acre. A expectativa é que o sistema fortaleça o monitoramento das políticas ambientais, amplie o acesso público a informações e contribua para o planejamento territorial no estado.

Estados articulam cooperação para modernizar gestão ambiental no Acre | Foto: Jorge Fernando/ Secom Rondônia

O projeto deve atender diretamente a Secretaria de Estado de Meio Ambiente do Acre (Sema), o Instituto de Meio Ambiente do Acre (Imac) e o Corpo de Bombeiros Militar do Acre (CBMAC). A Coordenadoria de Tecnologia da Informação (CTI) também participa das discussões técnicas para garantir a integração da plataforma com os sistemas já utilizados pelo governo acreano.

Durante os encontros, as equipes debatem os detalhes do acordo, que inclui a cessão da tecnologia utilizada em Rondônia e a capacitação de servidores do Acre para operar e manter a plataforma de forma autônoma. O ACT também prevê suporte técnico inicial para a implantação do sistema e a possibilidade de desenvolvimento conjunto de melhorias na ferramenta.

A iniciativa pretende integrar dados ambientais e geoespaciais, permitindo maior organização das informações e apoio a estudos científicos e políticas públicas voltadas à proteção ambiental na região.

O acordo de cooperação deverá ter vigência inicial de dois anos, com possibilidade de prorrogação, conforme o interesse dos dois estados. A parceria busca ainda ampliar a transparência das ações governamentais e incentivar o controle social sobre a gestão ambiental.

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