A crise no transporte coletivo de Rio Branco ganhou novos desdobramentos após a União Municipal das Associações de Moradores de Rio Branco (UMAMRB) divulgar uma nota pública de repúdio contra a suspensão de diversas linhas de ônibus na capital acreana. A entidade afirma que a paralisação tem causado impactos diretos na rotina de milhares de moradores que dependem diariamente do transporte público.
Segundo a associação, a interrupção das rotas estaria relacionada a problemas no pagamento de motoristas que atuam pela empresa responsável pela operação do sistema. A situação tem afetado trabalhadores, estudantes e famílias que utilizam o serviço para se deslocar entre bairros e regiões da cidade.
O posicionamento ocorre após a decisão da empresa que opera o transporte coletivo de suspender 31 linhas de ônibus em Rio Branco, medida que surpreendeu usuários e também representantes da categoria de trabalhadores do setor.
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Em nota, a UMAMRB afirma que o problema tem provocado prejuízos à população e cobrou providências da gestão municipal para restabelecer o serviço. A entidade defende que medidas emergenciais sejam adotadas para garantir o pagamento dos trabalhadores e assegurar a continuidade do transporte coletivo na capital.
“A situação tem prejudicado milhares de trabalhadores em vários bairros da capital, afetando inúmeras comunidades, estudantes e famílias que dependem diariamente do transporte público”, destacou a organização no comunicado.
Diante do impasse, a associação também pediu que a prefeitura atue para intermediar uma solução entre a empresa responsável pelo serviço e os trabalhadores, a fim de evitar que a população continue enfrentando dificuldades para se deslocar pela cidade.
A crise no transporte coletivo da capital acreana vem sendo acompanhada por entidades, usuários e órgãos responsáveis pela gestão do sistema, enquanto moradores aguardam a normalização das linhas suspensas.

