A Secretaria de Estado de Saúde do Acre (Sesacre) informou que o primeiro caso de mpox registrado no estado foi classificado como importado, ou seja, a infecção não ocorreu em território acreano. Segundo a pasta, a paciente esteve recentemente em viagem ao estado de São Paulo, onde pode ter sido exposta ao vírus.
De acordo com a investigação epidemiológica, os sintomas começaram cerca de uma semana antes do retorno da paciente para o município de Brasileia, na região de fronteira. O diagnóstico foi confirmado por exame laboratorial e o caso segue sendo acompanhado pelas equipes de Vigilância em Saúde.
Após a confirmação, o Centro de Informações Estratégicas em Vigilância em Saúde (CIEVS) nacional e o CIEVS de Fronteira foram acionados para dar início aos protocolos de monitoramento. As autoridades sanitárias de São Paulo e também de Cobija, na Bolívia, foram comunicadas para auxiliar no rastreamento de possíveis contatos.
A Sesacre informou ainda que equipes da Vigilância Epidemiológica, do Laboratório Central de Saúde Pública (Lacen) e de outros órgãos envolvidos foram mobilizadas para acompanhar a situação e aplicar as medidas previstas pelo Ministério da Saúde, como monitoramento e orientação das pessoas que tiveram contato com a paciente.
A mpox é uma doença viral transmitida principalmente por contato próximo com pessoas infectadas, e a recomendação das autoridades é que a população procure atendimento médico ao apresentar sintomas suspeitos.
Veja a nota completa:
A Secretaria de Estado de Saúde do Acre (Sesacre) informa que o caso de mpox registrado no município de Brasileia foi detectado, confirmado por exame laboratorial e acompanhado pela Vigilância em Saúde, sendo classificado como caso importado, uma vez que a infecção não foi adquirida no estado do Acre.
O paciente esteve em viagem ao estado de São Paulo, período em que possivelmente ocorreu a exposição, tendo iniciado os sintomas cerca de uma semana antes de retornar à região de fronteira.
O Centro de Informações Estratégicas em Vigilância em Saúde (CIEVS) nacional e o CIEVS de Fronteira, em Brasileia, foram devidamente acionados, com comunicação às autoridades sanitárias de Cobija e do estado de São Paulo para realização do rastreamento de contatos, conforme os protocolos vigentes.
A área técnica da Vigilância Epidemiológica da Sesacre, o Laboratório Central de Saúde Pública (LACEN) e demais instituições envolvidas na investigação foram mobilizados, sendo adotadas todas as medidas de controle, monitoramento e acompanhamento preconizadas pelo Ministério da Saúde.
Até o momento, não há evidência de transmissão local no estado do Acre.
A Secretaria de Estado de Saúde reforça que mantém vigilância ativa em todo o território estadual, com ações contínuas de monitoramento, prevenção e orientação às unidades de saúde, a fim de garantir resposta rápida e oportuna diante de qualquer suspeita da doença.
Pedro Pascoal Duarte Pinheiro Zambon
Secretaria de Estado de Saúde do Acre

