O Ministério da Saúde confirmou a realização, neste sábado (21) e domingo (22), do maior mutirão da história do Sistema Único de Saúde voltado exclusivamente para mulheres. A ação mobiliza hospitais públicos, privados e filantrópicos em todo o país, com foco na redução das filas por atendimentos especializados.
Entre os procedimentos previstos, está a aplicação gratuita do Implanon, método contraceptivo de longa duração inserido sob a pele do braço, com eficácia de até três anos. Durante o mutirão, cerca de 3,8 mil implantes devem ser disponibilizados.
Apesar disso, o atendimento não será aberto ao público em geral. Segundo o governo federal, os procedimentos serão realizados exclusivamente em mulheres que já estavam previamente cadastradas e aguardavam na fila do SUS, com agendamento feito pelas secretarias de saúde.
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Além do implante, a iniciativa inclui a realização de exames como tomografia, ressonância e ultrassonografia, bem como cirurgias ginecológicas e outros procedimentos. A ação integra o programa “Agora Tem Especialistas”, que busca ampliar o acesso e reduzir o tempo de espera na rede pública.
A divulgação nas redes, ao sugerir uma oferta imediata e irrestrita do método para toda a população feminina, não reflete o formato da ação. O acesso ao Implanon segue critérios clínicos e organização da rede de saúde, não sendo realizado de forma livre ou simultânea em larga escala.

