Renda fixa hoje: CDB paga até 14,18% do CDI; veja mais taxas nesta quarta (11) na XP

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O mercado de emissão bancária, dentro da plataforma da XP, oferece nesta quarta-feira (11), CDBs com taxas prefixadas de até 14,180% ao ano com vencimento em 12 meses, enquanto títulos de inflação estão pagando até IPCA+ 8,640% em mais de 1 ano e os pós-fixados até 107% do CDI em mais de 12 meses.

LCAs contam com taxas prefixadas de até 11,630% para vencimento em mais de 12 meses, enquanto as as atreladas à inflação pagam até IPCA+6,090% em 1 ano e as pós-fixadas pagam até 87% do CDI em mais de 12 meses.

LCIs pós-fixadas pagam até 100% do CDI em 1 ano.

Renda Fixa Hoje: confira algumas opções de investimento em renda fixa bancária oferecidas pela XPCDB PICPAY
Taxa: 104,75% do CDI
Vencimento: março/2029
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CDB PERNAMBUCANAS
Taxa: 110% do CDI
Vencimento: março/2030
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LCA SICOOB
Taxa: 92% do CDI
Vencimento: fevereiro/2033
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*As ofertas na plataforma da XP são limitadas à capacidade disponível do produto nesta quarta-feira (11)

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Cenário Renda Fixa da XPAs taxas dos juros futuros fecharam em queda firme nesta terça-feira (10), acompanhando a melhora do ambiente externo e a queda do petróleo, em meio a sinais de que o conflito no Oriente Médio pode ter um desfecho mais rápido. O movimento levou os investidores a reforçar apostas em um corte mais intenso da Selic na próxima reunião do Banco Central.

No fim da tarde, a taxa do DI para janeiro de 2027 recuava 14 pontos-base, para 13,6%. Na ponta longa da curva, o DI para janeiro de 2035 caía 15 pontos-base, a 13,68%, refletindo a redução do prêmio de risco embutido nos contratos.

O movimento foi impulsionado por declarações do presidente dos EUA, Donald Trump, de que a guerra envolvendo Estados Unidos, Israel e Irã pode terminar rapidamente. A perspectiva de um acordo reduziu as preocupações com o abastecimento global de petróleo pelo Estreito de Ormuz e derrubou o preço da commodity para perto de US$ 84 por barril, após ter se aproximado de US$ 120 na véspera.

A queda do petróleo diminuiu os temores de pressões inflacionárias globais, o que também favoreceu o recuo do dólar frente ao real e a redução dos prêmios na curva de juros brasileira.

A curva curta reagiu principalmente à mudança nas expectativas para a política monetária. Com o alívio no cenário externo, o mercado passou a elevar as apostas de que o Banco Central do Brasil poderá iniciar o ciclo de afrouxamento com corte de 50 pontos-base na próxima reunião do Comitê de Política Monetária, hoje com a Selic em 15% ao ano.

Já a ponta longa da curva acompanhou a melhora do ambiente global e a redução dos riscos inflacionários associados à guerra. Durante a tarde, o mercado precificava cerca de 76% de probabilidade de corte de 50 pontos-base, contra 24% para redução de 25 pontos-base, consolidando o movimento de queda das taxas ao longo da sessão.

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