O custo da cesta básica aumentou em março em 14 capitais, incluindo Rio Branco, onde o valor mĂ©dio chegou a R$ 631,83, segundo a Pesquisa Nacional da Cesta Básica de Alimentos, divulgada pelo Departamento Intersindical de EstatĂstica e Estudos SocioeconĂ´micos (Dieese), em parceria com a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab).
A variação mensal foi de 0,10% em relação a janeiro, registrando 42,14% do salário mĂnimo lĂquido. Em fevereiro de 2026, o trabalhador de Rio Branco remunerado pelo salário mĂnimo de R$ 1.621,00 precisou trabalhar 85 horas e 45 minutos para adquirir a cesta básica.
Variação mensal
Entre janeiro e fevereiro de 2026, quatro dos 12 produtos que compõem a cesta básica tiveram aumento nos preços médios: carne bovina de primeira (2,93%), feijão carioca (2,54%), farinha de mandioca (1,26%) e tomate (0,93%).
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O valor médio do arroz agulhinha ficou estável. Os outros sete itens apresentaram queda de preço: óleo de soja (-5,27%), leite integral (-4,78%), manteiga (-3,12%), açúcar cristal (-2,31%), banana (-1,54%), café em pó (-1,00%) e pão francês (-0,56%).
A maior variação negativa no óleo de soja (2,78%) foi registrada em Rio Branco, capital acreana.
Em fevereiro de 2026, o tempo médio necessário para adquirir os produtos da cesta básica, nas 27 capitais pesquisadas, foi de 93 horas e 53 minutos, maior do que o registrado em janeiro, quando ficou em 93 horas e 47 minutos.

