23/09/2026

Diretor afirma que Michael Jackson era pior do que Epstein

Diretor de documentário afirmou que Michael Jackson era pior que Epstein.

Por Júlia, ContilNet
Novas acusações contra Michael Jackson voltaram a colocar o nome do Rei do Pop no centro de uma controvérsia que atravessa décadas. —Foto: Kevork Djansezian-Pool/Getty Images

O diretor Dan Reed, responsável pelo documentário que abalou a imagem de Michael Jackson em 2019, voltou ao ataque. Em entrevista ao The Hollywood Reporter nesta quinta-feira (23/04), Reed não mediu palavras ao afirmar que o cantor “era pior que Jeffrey Epstein”, referindo-se à natureza e à recorrência das acusações de abuso sexual infantil contra o artista.

Críticas à Cinebiografia

O alvo principal de Reed foi o novo filme biográfico de Michael Jackson, dirigido por Antoine Fuqua. Para o documentarista, a produção é uma tentativa de “higienização” da história:

  • Falta de Autenticidade: “Como é possível contar uma história autêntica sobre Michael Jackson sem jamais mencionar o fato de que ele foi seriamente acusado de abuso infantil?”, questionou.

  • Interesses Comerciais: Reed ironizou os produtores e o diretor da cinebiografia, afirmando que a indústria prioriza o lucro e que todos os envolvidos estariam apenas “ganhando dinheiro fácil” ao ignorar as controvérsias.

Com informações do Metrópoles.

O Embate com a HBO e o Espólio

Reed também comentou a polêmica retirada de Deixando Neverland do catálogo da HBO. O sumiço da obra seria fruto de uma manobra jurídica do espólio de Jackson, baseada em um contrato de 1992 (referente ao concerto Dangerous):

  • Cláusula de Não Difamação: O espólio argumentou que a HBO não poderia exibir nada negativo sobre o cantor devido a este contrato antigo.

  • Reação do Diretor: Reed classificou a interpretação como “ridícula”, mas acredita que o documentário voltará ao ar em breve, assim que os prazos de limitação de distribuição do acordo terminarem.

O Legado sob Juízo

A declaração de Reed surge em um momento estratégico, com a estreia da cinebiografia aproximando-se e gerando intensos debates sobre se é possível separar a obra do artista. Enquanto fãs defendem a inocência de Jackson, Reed insiste que a sociedade está sendo levada a um “esquecimento coletivo” em favor do entretenimento comercial.

Conteúdo Original / Fonte: Redação ContilNet

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