Uma situação alarmante tem gerado forte repercussão em Manoel Urbano, no interior do Acre. Famílias indígenas estariam frequentando o lixão da cidade em busca de comida e materiais reutilizáveis, revelando um quadro de vulnerabilidade social que preocupa moradores.
De acordo com relatos, a presença de adultos e crianças no local tem sido constante e ocorre com frequência. Sem qualquer tipo de equipamento de proteção, essas pessoas se expõem diariamente a resíduos, mau cheiro, contaminação e diversos riscos à saúde.
O espaço funciona como lixão a céu aberto, cenário que também levanta questionamentos sobre a destinação correta do lixo urbano no município. A situação reacende o debate sobre políticas públicas voltadas ao saneamento básico, assistência social e proteção às comunidades tradicionais.
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Além da questão ambiental, o episódio evidencia dificuldades enfrentadas por famílias que, diante da falta de oportunidades e apoio, acabam recorrendo ao descarte irregular como forma de sobrevivência.
Moradores cobram providências das autoridades municipais e dos órgãos responsáveis pelo atendimento às populações indígenas, para que medidas urgentes sejam adotadas e casos como esse deixem de fazer parte da realidade local.