Foragido da Justiça, goleiro Bruno processa Facebook e pede indenização; entenda

Mesmo com paradeiro incerto, ex-goleiro do Flamengo acionou o Judiciário contra o Facebook alegando falhas em sua conta no Instagram

Por Redação ContilNet 14/04/2026

O goleiro Bruno Fernandes, que atualmente possui um mandado de prisão em aberto e é considerado foragido da Justiça, iniciou uma nova batalha jurídica desta vez, como autor. O jogador ingressou com uma ação contra a Meta, empresa responsável pelo Facebook e Instagram, alegando problemas técnicos em seu perfil profissional, mas sofreu uma derrota processual nesta segunda-feira (13).

No processo iniciado em 30 de março, Bruno afirma que sua conta no Instagram sofreu restrições de visibilidade que induzem o público a acreditar que o perfil foi excluído. Segundo a defesa do atleta, a falha prejudica seu alcance digital, credibilidade e engajamento. Ele pede a normalização da página e uma indenização de R$ 30 mil por danos morais.

Audiência Presencial Mantida

Com a audiência de conciliação marcada para maio no 1º Juizado Especial Cível de Campos dos Goytacazes, Bruno Fernandes solicitou autorização para participar de forma virtual. No entanto, o magistrado negou o pedido nesta segunda (13), ressaltando que as audiências são, por regra, presenciais e que o jogador não apresentou justificativas legais que o impeçam de comparecer ao tribunal.

Situação com a Justiça

A tentativa de participar remotamente ocorre em um momento delicado para o atleta. Desde o dia 5 de março, Bruno é considerado foragido após a Vara de Execuções Penais expedir um mandado de prisão pelo descumprimento de condições de sua liberdade condicional.

Condenado pelo assassinato de Eliza Samúdio em 2010, o goleiro agora se encontra em uma encruzilhada jurídica: para dar prosseguimento ao processo em que busca indenização contra a gigante de tecnologia, ele precisará comparecer presencialmente ao fórum, onde poderá ser alvo do cumprimento do mandado de prisão pendente.

Até o momento, a defesa do goleiro não se manifestou sobre a decisão que obriga sua presença física na audiência.

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