Mãe e padrasto torturam bebê e inventam ataque de cachorro

Casal é preso no RJ por torturar bebê e tentar culpar cachorro

https://www.metropoles.com/colunas/mirelle-pinheiro/mae-e-padrasto-torturam-bebe-e-colocam-a-culpa-no-cachorro
Ilustração/Agência Brasil

O que deveria ser um domingo de celebração transformou-se em um caso de polícia na Região dos Lagos. Uma equipe médica de uma unidade de saúde local acionou as autoridades após receber um bebê de 14 meses com múltiplos ferimentos graves.

A mãe e o padrasto, que levaram a criança ao hospital, sustentaram a versão de que as lesões eram fruto de uma agressão canina.

A Mentira que não se Sustentou

A farsa começou a cair no momento da triagem médica. Os profissionais identificaram que os machucados apresentavam sinais típicos de agressão física humana e não condiziam com mordidas ou arranhões de animais.

  • Investigação Imediata: A Polícia Civil, com apoio da PM e da Guarda Municipal, iniciou diligências ainda no domingo (05/04).

Com informações do Metrópoles.

  • Prova Pericial: Exames técnicos e depoimentos confirmaram que a criança foi vítima de ação humana violenta.

  • Prisão: O casal foi autuado em flagrante pelo crime de tortura.

Proteção à Vítima

Após ser estabilizada e receber os cuidados necessários na unidade de saúde, a criança teve alta e foi entregue ao pai biológico, seguindo os protocolos legais de proteção ao menor.

O caso reacende o debate sobre a violência doméstica infantil, em um cenário onde outros crimes brutais cometidos por padrastos — como o recente caso de um homem que matou uma criança com um soco por causa de choro têm ocupado as manchetes em 2026.

Contexto de Segurança no RJ

A prisão ocorre em um momento de intensa atividade policial no estado. Enquanto a Polícia Civil de Rondonópolis (MT) indiciou um homem por matar um gato hoje, no Rio de Janeiro, a PF recentemente capturou um chef italiano procurado pela Interpol em um restaurante de luxo.

O rigor na aplicação da lei para crimes de tortura contra vulneráveis em 2026 reflete uma política de tolerância zero para agressões domésticas.

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