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Suspeito de crime em Mato Grosso exibia vida de luxo nas redes sociais

Por Redação ContilNet

Suspeito de crime em Mato Grosso exibia vida de luxo nas redes sociais

Pablo Henrique de Sousa Franco foi preso pela Polícia Civil de Mato Grosso/ Foto: Reprodução

A Polícia Civil de Mato Grosso desarticulou, na última quinta-feira (9), uma das peças-chave da organização criminosa responsável pelo maior assalto já registrado na história do estado. Pablo Henrique de Sousa Franco, apontado como o chefe da logística do grupo, foi capturado durante a terceira fase da Operação Pentágono.

Antes de ser detido, Pablo mantinha uma rotina de ostentação que chamou a atenção das autoridades. Em suas redes sociais, o suspeito publicava fotos e vídeos desfrutando de momentos de lazer a bordo de lanchas e passeando em quadriciclos, exibindo um padrão de vida incompatível com sua atividade legal, o que reforçou os indícios de sua participação no crime organizado.

Assalto

Investigado publicava fotos em lanchas e quadriciclos nas redes sociais/ Foto: Reprodução

O “Novo Cangaço” em Mato Grosso

As investigações apontam que Pablo teve papel fundamental no planejamento e execução do roubo a uma empresa transportadora de valores em abril de 2023. O crime foi executado na modalidade conhecida como “domínio de cidades” ou “Novo Cangaço”, onde quadrilhas fortemente armadas sitiam municípios para realizar assaltos de grandes proporções.

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A estrutura do grupo era de extrema complexidade, contando com pelo menos 50 envolvidos divididos em núcleos específicos de comando, logística e financeiro. A precisão da ação criminosa exigia uma coordenação rigorosa, atribuída a Pablo e outras lideranças.

Megaoperação e Bloqueios

A nova fase da Operação Pentágono, coordenada pela Polícia Civil, foi de larga escala. Ao todo, foram expedidas 97 ordens judiciais pela 3ª Vara Criminal de Barra do Garças, incluindo:

A prisão de Pablo Henrique é considerada um golpe duro na estrutura logística da organização, que tentava lavar o dinheiro do crime através de bens de luxo e movimentações financeiras complexas. O caso segue sob investigação para identificar outros envolvidos e recuperar o restante dos valores subtraídos no assalto de 2023.

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