Japão pede à Coreia do Norte que evite hostilidades

Japan's Defence Minister Itsunori Onodera (C) reviews troops from the Japanese Ground Self-Defense Force 1st Airborne Brigade during an annual new year military exercise at Narashino exercise field in Funabashi, east of Tokyo January 12, 2014. Some 300 soldiers including Japan's elite paratroops and 20 aircraft conducted an island defense display based on a scenario of counter the military threat of invasion on Japanese territory islands by a hostile country. REUTERS/Issei Kato (JAPAN - Tags: POLITICS MILITARY)

O Japão pediu hoje (7) à Coreia do Norte para evitar provocações depois de o governo de Kim Jong-un ter ameaçado com “ataques preventivos” a Coreia do Sul e os Estados Unidos, em resposta às manobras militares desses dois países.

O Japão “nunca poderá tolerar que a Coreia do Norte tenha atos provocativos”, em resposta aos exercícios anuais conjuntos que os dois aliados (Coreia do Sul e Estados Unidos) iniciaram hoje, afirmou, em entrevista, o porta-voz japonês, ministro Yoshihide Suga.

Tóquio pediu  “encarecidamente” a Pyongyang (a capital norte-coreana) que preste atenção às fortes advertências e repetidas condenações da comunidade internacional.

O Conselho de Segurança da Organização das Nações Unidas (ONU) adotou na quarta-feira passada, por unanimidade, as mais fortes sanções já impostas à Coreia do Norte em resposta aos recentes ensaios, nuclear e balístico, feitos pelo regime comunista.

A resolução do Conselho de Segurança da ONU foi apresentada pelos Estados Unidos e apoiada pela China, único aliado da Coreia do Norte.

Após o endurecimento das sanções por parte da ONU, a Coreia do Norte lançou, na quinta-feira, mísseis de curto alcance a partir de sua costa oriental, numa aparente demonstração de força.

Yoshihide Suga pediu ao regime de Kim Jong-un que cumpra “fiel e integralmente a Resolução 2.270 e uma série de outras relevantes [nesta matéria] sem levar além as suas provocações”, segundo informações da agência Kyodo.

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