Integrantes da bancada do PL na Câmara travam uma disputa fraticida, nos bastidores, por uma vaga na CPI mista do INSS, que deve ser criada em breve no Congresso Nacional.
Pelos cálculos de lideranças parlamentares, os deputados federais do PL terão direito a três vagas de titulares e outras três de suplentes na comissão parlamentar de inquérito.



VINÍCIUS SCHMIDT/METRÓPOLES @vinicius.foto
Líder do PL na Câmara, Sóstenes Cavalcante
Bruno Spada/Câmara dos Deputados
Deputada Coronel Fernanda (PL-MT), alvo de inquérito no STF
Câmara dos Deputados
Primo de Nikolas Ferreira foi detido em Uberlândia (MG)
Hugo Barreto/Metrópoles
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Deputada Bia Kicis (PL-DF)
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Deputado Coronel Chrisóstomo (PL-RO)
Bruno Spada/Câmara dos Deputados
As vagas, porém, são disputadas por ao menos oito deputados. Entre eles, Bia Kicis (PL-DF), Nikolas Ferreira (PL-MG), Coronel Chrisóstomo (PL-RO) e Coronel Fernanda (PL-MT).
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Os parlamentares, segundo apurou a coluna, já procuraram o líder do PL na Câmara, Sóstenes Cavalcante (RJ), para pedir que sejam indicados como membros titulares do colegiado.
Nikolas, segundo relatos, argumentou que sua participação na CPI é importante pelo seu poder de mobilização nas redes e de provocar repercussão das ações da comissão.
O líder do PL, por sua vez, ainda não bateu o martelo quem indicará. Ele defende, porém, que Chrisóstomo e Fernanda tenham direito a participar por serem autores de pedidos de CPI sobre o INSS.
Alguns deputados do PL, porém, argumentam que, no caso de Chrisóstomo, o requerimento pedia a criação de uma CPI na Câmara, iniciativa que não avançou na Casa até agora.
A expectativa é de que o presidente do Congresso, Davi Alcolumbre (União-AP), leia em 17 de junho o requerimento criando a CPI mista. Os trabalhos da comissão, porém, só devem começar em agosto.





