“O carinho que eu recebi… eu senti todos os dias que estava cuidada pela nossa equipe. E eu fui profundamente afetada pelo carinho e cuidado que tiveram comigo. Muito obrigada. São 30 anos de carreira, passei por muitos momentos desafiadores, talvez esse tenha sido o maior. E eu continuei firme porque tive vocês comigo”, disse Tais ao elenco e equipe durante o último dia de filmagens, no começo de outubro.
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A colunista Carla Bittencourt, do portal LeoDias, criticou duramente o remake de “Vale Tudo”, afirmando que o que vem sendo feito com Taís Araujo vai além de uma escolha criativa infeliz — seria um boicote. Segundo ela, a autora Manuela Dias teria “silenciado” a protagonista Raquel Accioli, transformando a personagem em uma figura secundária e sem função dramática, a poucos capítulos do fim da novela.
Carla destacou que, na versão original, Raquel era o centro moral da trama e responsável por momentos decisivos da história, enquanto no remake teria sido reduzida a uma presença quase invisível. A colunista também apontou que o esvaziamento da personagem começou antes mesmo de Taís manifestar publicamente sua insatisfação com os rumos da narrativa, e criticou o silêncio do elenco e da Globo diante da situação.
Para ela, o apagamento da protagonista e a falta de reação nos bastidores revelam um cenário de hipocrisia e covardia — especialmente por envolver uma das maiores atrizes do país interpretando uma mulher negra em horário nobre.





