Lula e Trump se reúnem na Malásia. Tarifas e sanções serão negociadas “imediatamente”

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Após rolar uma “química” na Assembleia Geral da ONU em setembro, Donald Trump e o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) se reuniram para negociar as tarifas e sanções impostas pelos EUA ao Brasil em Kuala Lumpur, na Malásia, neste domingo (26/10). Os dois receberam veículos de imprensa e falaram com jornalistas por cerca de 10 minutos. Depois, as delegações fizeram uma reunião a portas fechadas por mais 45 minutos. Segundo avaliação do presidente brasileiro, a reunião foi “ótima” e as delegações irão se reunir para negociar o fim das tarifas e sanções ao Brasil “imediatamente”.

“Tive uma ótima reunião com o presidente Trump na tarde deste domingo, na Malásia. Discutimos de forma franca e construtiva a agenda comercial e econômica bilateral. Acertamos que nossas equipes vão se reunir imediatamente para avançar na busca de soluções para as tarifas e as sanções contra as autoridades brasileiras”, disse o presidente Lula em publicações nas redes sociais.

Veja as fotos

Donald Trump e Luiz Inácio Lula da Silva se encontraram na Malásia / Foto: Reprodução G1
Donald Trump e Luiz Inácio Lula da Silva se encontraram na Malásia / Foto: Reprodução G1
Donald Trump e Luiz Inácio Lula da Silva se encontraram na Malásia / Foto: Reprodução G1
Donald Trump e Luiz Inácio Lula da Silva se encontraram na Malásia / Foto: Reprodução G1
Donald Trump e Luiz Inácio Lula da Silva se encontraram na Malásia / Foto: Ricardo Stuckert
Donald Trump e Luiz Inácio Lula da Silva se encontraram na Malásia / Foto: Ricardo Stuckert

O ministro das Relações Exteriores, Mauro Vieira, afirmou que os dois devem fazer visitas recíprocas nos respectivos países e disse que Trump “admira o povo brasileiro”. Na conversa aberta a imprensa, o presidente norte-americano sinalizou a possibilidade de negociar a queda de tarifas e sanções a autoridades brasileiras.

“Nós vamos discutir um pouco. Nós sabemos que nós nos conhecemos. Nós sabemos o que cada um quer (…) Eles (Brasil) têm muito a oferecer e nós também temos muito a oferecer”, afirmou Donald Trump.