2025: O ano dos términos? Astrologia explica por que tantos casais chegaram ao fim

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Se 2025 precisasse de um subtítulo, provavelmente seria “o ano dos términos emblemáticos”. Em poucos meses, o público assistiu à queda de relacionamentos que pareciam inabaláveis — Ivete Sangalo e Daniel Cady, Virginia Fonseca e Zé Felipe, Carlinhos Maia e Lucas Guimarães, entre tantos outros.

Casais vistos como estáveis, famílias consideradas “perfeitas” e histórias que, aos olhos do público, tinham todos os ingredientes para durar foram desfeitas quase em sequência. Nas redes sociais, o burburinho sobre a “maldição de 2025” cresceu, mas, para a Astrologia, o fenômeno está longe de ser coincidência.

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Virginia e Zé FelipeReprodução
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Casados, Lucas e Carlinhos Maia são influenciadores digitaisReprodução: Instagram/Lucas Guimarães
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Matheus Vargas e Hariany AlmeidaReprodução: Instagram
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Maraisa e Fernando MocóReprodução/Instagram
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“Machucado”: após término com Iza, Yuri Lima faz postagem enigmática nas redes sociaisReprodução: Instagram
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Vivi Noronha e Poze do RodoReprodução / Instagram: @pozevidalouca

Para entender o que aconteceu, conversamos com Thiago Cordeiro, astrólogo do portal LeoDias e apresentador do programa “Entre Astros”, da LeoDias TV. Segundo ele, “2025 foi um ano de limpeza emocional coletiva, onde tudo que estava desequilibrado acabou sendo forçado a se transformar ou a se encerrar”.

Ano 9: quando ciclos inevitavelmente se fecham

Do ponto de vista numerológico, 2025 é um Ano Universal 9, arquétipo de encerramentos, dissolução de ciclos e quebra de padrões estagnados. “O Ano 9 é implacável com tudo aquilo que não tem propósito, profundidade ou continuidade”, explica Thiago Cordeiro.

Relacionamentos que estavam mantidos mais por hábito, conveniência ou pela imagem pública do que por conexão real acabaram cedendo à pressão natural do período.

Mercúrio retrógrado expôs verdades guardadas

Se a numerologia preparou o terreno, a Astrologia tratou de intensificar o processo. E um dos principais responsáveis foi Mercúrio retrógrado, que surgiu em momentos-chave do ano.

O movimento retrógrado do planeta costuma reacender conversas pendentes, revisitar mágoas e trazer à tona insatisfações soterradas pelo tempo. “Mercúrio retrógrado é um convite à verdade. E verdade, quando aparece, não deixa espaço para relações frágeis”, pontua Thiago.

Não por acaso, muitos términos ocorreram exatamente durante ou logo após esses períodos — quando crises antigas voltaram a bater à porta.

Grande Trígono de Água: emoções à flor da pele

Outro ponto decisivo foi o Grande Trígono de Água, envolvendo planetas em Câncer, Escorpião e Peixes. Esse alinhamento mexeu com camadas emocionais profundas, ampliando sensibilidade, ciúmes, inseguranças e carências.

Thiago explica que “o trígono de Água abriu portais emocionais. Tudo que estava guardado explodiu — para alguns, isso significou cura; para outros, ruptura”.

O resultado foi visível: muitos casais justificaram o fim dizendo que buscavam “autoconhecimento”, “processos internos” ou “momentos diferentes”, exatamente o tipo de movimento provocado por esse aspecto.

Saturno retrógrado: a prova final da maturidade

Como se o cenário já não fosse desafiador o suficiente, Saturno retrógrado ainda colocou os relacionamentos à prova. Conhecido como o planeta da responsabilidade e da estrutura, ele revela onde falta maturidade, verdade e compromisso.

“Saturno fez cobranças. Quem tinha base sólida segurou. Quem se apoiava apenas na paixão, não resistiu”, afirma o astrólogo.

O trânsito exigiu planejamento, comprometimento real e enfrentamento da vida prática — desafios que muitos casais, principalmente os que viviam em ritmo frenético ou sob intensa exposição pública, não conseguiram superar.