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O ator norte-americano Jim Caviezel, conhecido por interpretar Jesus em “A Paixão de Cristo”, foi escalado para interpretar Bolsonaro. Frias diz que a participação de Caviezel foi fundamental para dar projeção internacional à obra e reforçar sua simbologia. Além dele, o elenco reúne nomes como Lynn Collins, Esai Morales e Camille Guaty, no papel de Michelle Bolsonaro.
Com orçamento reduzido e filmagens realizadas no Brasil, Frias destaca que a produção ajudou a valorizar o cinema nacional e mobilizou profissionais brasileiros e estrangeiros. O deputado afirmou ainda que Bolsonaro tinha conhecimento superficial do projeto antes de ser preso, mas não chegou a acompanhar o roteiro final. Para Frias, o impacto que se espera do filme vai além do debate político: “Minha expectativa é que o filme provoque reflexão e alcance pessoas”.
A equipe agora trabalha na fase de edição, que inclui montagem, trilha sonora original e colorização, processos conduzidos pelo diretor Cyrus Nowrasteh. A definição do título brasileiro deve ser anunciada mais perto da estreia, que o deputado promete ser de alcance mundial.





