Os Jogos Olímpicos de Inverno de 2026, que serão realizados entre 6 e 22 de fevereiro, nas cidades italianas de Milão e Cortina d’Ampezzo, podem marcar um novo capítulo para o esporte brasileiro. Mesmo sendo um país sem tradição em modalidades de gelo e neve, o Brasil chega à próxima edição com expectativas.



Jogos Olímpicos de Inverno Milano Cortina 2026 serão realizados de 6 a 22 de fevereiro de 2026
Manuel Romano/NurPhoto via Getty Images
Petr Gumennik épatinador russo
Joosep Martinson – International Skating Union/International Skating Union via Getty Images
A russa Adeliia é patinadora
Tang Xinyu/VCG via Getty Images
Viktoriia Safonova é a única bielorrussa da primeira lista autorizada
Jurij Kodrun – International Skating Union/International Skating Union via Getty Images
O inverno na Itália começa somente no domingo (21/12), mas as classificações já começaram na área europeia. Todas as vagas para as Olimpíadas só serão confirmadas em janeiro de 2026.
Até o momento, o Brasil já assegurou seis vagas em modalidades: uma de esqui alpino masculino, uma esqui alpino feminino, duas de esqui cross-country feminino e uma esqui cross-country masculino. A projeção do Comitê Olímpico do Brasil (COB) é otimista, classificar entre 15 e 20 atletas pra a disputa.
Entre os principais nomes da delegação está Lucas Pinheiro Braathen, do esqui alpino, que vem acumulando resultados no circuito mundial e colocou o Brasil em evidência ao conquistar feitos históricos na modalidade.
“A única convocada até o momento é a Duda Ribera, no esqui cross-country. No alpino, Lucas deve ser convocado”, disse um representante do Brasil.
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Possíveis nomes
Além dele, mais dois atletas podem se classificar. É o caso de Pat Burgener, atleta de snowbording:
“Terminar na quarta colocação aqui em Secret Garden foi incrível, obrigado ao Brasil pela torcida. Vamos seguir juntos, pressionando cada vez mais para fazer desta uma temporada inesquecível”, vibrou o snowboarder após o resultado.
Além dele, Teixeira terminou a etapa na 22ª colocação do ranking e segue na zona de classificação para Milão, que leva até 30 atletas para os Jogos Olímpicos de Inverno. O Brasil pode assegurar outras duas vagas no esqui alpino masculino.
Neve x Gelo
Se na neve o País tem seis, no gelo, não tem nenhuma.
“Ainda não temos vagas garantidas no gelo. Mas temos duas bem encaminhadas (Nicole Silveira, no Skeleton, e Bobsled masculino), com boas chances de um segundo trenó para o Bobsled. Eduardo Strapasson, do Skeleton, e Lucas Koo, do short Track, correm por fora”, alegou um representante da Confederação Brasileira.
O destaque é Nicole Silveira, que frequentemente aparece entre as melhores do mundo e surge como uma das maiores esperanças brasileiras por um pódio inédito.


