Em entrevista recente ao podcast Denílson Show, no YouTube, que é apresentado pelo próprio ex-jogador e atual comentarista Denilson e pelo jornalista Chico Garcia, o ex-jogador e ídolo de muitos brasileiros, Ronaldo Fenômeno, contou como se tornou um bilionário.
Muitos se enganam acreditando que ele já tinha chegado ao bilhão antes mesmo de aposentar a chuteira, com passagens por Real Madrid, Milan, Inter de Milão, Barcelona e Corinthians. O atacante pentacampeão pela Seleção Brasileira em 2002 contou que investiu certo após parar de jogar futebol.
“Quando eu decidi que não ia jogar mais, que parei no Corinthians em 2011, na minha cabeça eu queria fazer muita coisa com a minha fundação, que hoje já está com 15 anos, que é a Fundação Fenômenos. E, paralelamente, eu abri uma agência de marketing esportivo, que foi a 9ine, na qual tivemos um sucesso incrível. Foi muito legal, porque a gente participou de um grupo muito grande, que é o grupo da Ogilvy, que é uma agência de publicidade gigante e global”, disse Ronaldo.
“E, com o suporte deles e com a nossa disposição e o nosso conhecimento de esporte, a gente fez um negócio muito bacana e foi, inclusive, muito divertido de trabalhar, que é o marketing esportivo. O negócio foi bacana, durou aí uns 5 anos, aí mudei a chave de novo, eu comprei a Octagon, que a gente tem até hoje. O grupo hoje está um grupo relativamente grande, com produtora, com agência de viagem, com um family office, que eu acho que é um dos negócios mais bacanas que eu tenho, que é justamente para cuidar do patrimônio do atleta”, completou.
Novos rumos
Ronaldo disse que seu principal negócio atualmente é a empresa que gere as finanças dos jogadores. Segundo o Fenômeno, muitos dos jogadores acabam perdendo tudo após pendurarem as chuteiras.
“A gente tem histórias de muitos atletas que ganham dinheiro e que depois não sabem administrar, ou que botam um amigo, ou que botam pai, que não é a especialidade e acaba fazendo investimentos errados, não faz um planejamento a longo prazo e acaba perdendo tudo depois de 5 anos que para de jogar. Isso é uma estatística. Tudo que vocês não tiveram quando começaram ali”, explicou.
“Bom, eu posso te dizer que tive e tenho até hoje. Mas mesmo jovem assim, quando começou? Desde muito cedo, eu sempre gastei muito dinheiro com advogados, com financeiro, com tributarista, com staff, com a imagem, enfim, sempre tive isso. E depois de uns anos, a gente decidiu abrir, há poucos anos atrás, inclusive acho que 6, 7 anos atrás, eu decidi abrir o que eu tenho de serviço para cuidar da minha carreira, do meu dinheiro, da minha imagem, dos meus investimentos; eu decidi abrir isso para mais atletas, que é uma forma de poder garantir também o futuro desses que estão comigo e fazer um planejamento de pós-carreira para eles também”, completou.
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