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Ao tentar replicar a “mágica” da tela na vida real, o recipiente explodiu, e Shea sofreu queimaduras graves em 70% do corpo. Ele segue lutando pela recuperação em um hospital nos Estados Unidos. O caso não é isolado e acende um alerta vermelho para pais brasileiros: a fronteira entre a brincadeira viral e o risco é cada vez mais tênue.
Se um vídeo de um bebê dançando, outra trend que vem viralizando cada vez mais, prende a atenção do seu filho por 15 segundos, o aplicativo tende a sugerir mais conteúdos semelhantes. Se um vídeo de uma explosão caseira mantém a atenção por 30 segundos, o aplicativo entende que aquilo é “valioso” e passa a entregar ainda mais conteúdo de risco.
Para uma criança de 9 anos, cujo cérebro ainda não desenvolveu totalmente a capacidade de medir consequências futuras, o vídeo não vem com um aviso de “Não tente isso em casa”.
Fique atento a estes sinais dentro de casa:
Sumiço de itens comuns: álcool, aerossóis (desodorantes), isqueiros, cordas ou até medicamentos que desaparecem da despensa sem explicação.
Troca de tela rápida: se o seu filho bloqueia o celular ou muda de aplicativo bruscamente quando você entra no quarto, ele pode estar consumindo conteúdo que sabe ser proibido.
Vocabulário de “desafio”: o uso frequente de termos como “trollagem”, “prank” ou “challenge” em conversas com amigos pode indicar imersão nessa cultura.



