Liberado! Primeiros veículos passam pelo Complexo Viário em Rio Branco

A abertura da via faz parte da primeira etapa do projeto, criado para reduzir congestionamentos e melhorar o fluxo de veículos

Veículos já começaram a trafegar pelo novo complexo de Rio Branco
Veículos já começaram a trafegar pelo novo complexo de Rio Branco | Foto: Juan Diaz, ContilNet

O trânsito começou a mudar na região central de Rio Branco nesta quinta-feira (26) com a liberação parcial do novo complexo viário que liga importantes avenidas da capital. Logo após a inauguração, os primeiros veículos já passaram a circular pela Avenida Getúlio Vargas, trecho superior da obra, marcando o início da utilização do espaço pela população.

A abertura da via faz parte da primeira etapa do projeto, criado para reduzir congestionamentos e melhorar o fluxo de veículos em uma das áreas mais movimentadas da cidade. Motoristas que trafegam pela região já começaram a perceber alterações no trânsito, especialmente nos horários de maior movimento.

De acordo com a Secretaria de Estado de Obras Públicas (Seop), apenas a parte superior do complexo foi liberada neste primeiro momento. A etapa seguinte inclui a conclusão da intervenção na Avenida Ceará, localizada na parte inferior, além da entrega das quatro alças de acesso, previstas para julho.

Segundo o secretário da Seop, Ítalo Lopes, a obra foi dividida em fases para diminuir os impactos no dia a dia da população. Ele explicou que a liberação gradual permite que o trânsito funcione enquanto os trabalhos continuam nas demais áreas do projeto. A expectativa é que, com a conclusão total, o deslocamento entre as duas avenidas aconteça sem a necessidade de paradas em semáforos.

A proposta do complexo é justamente dar mais fluidez ao tráfego, permitindo que motoristas acessem tanto a Avenida Getúlio Vargas quanto a Avenida Ceará de forma direta, reduzindo o tempo de espera e melhorando a circulação, inclusive do transporte coletivo.

O empreendimento é resultado de uma parceria entre o governo do Acre e o governo federal, por meio da Superintendência do Desenvolvimento da Amazônia (Sudam), vinculada ao Ministério da Integração e do Desenvolvimento Regional. O investimento total ultrapassa R$ 30 milhões, sendo mais de R$ 17 milhões provenientes de emenda da bancada federal, enquanto o restante foi financiado como contrapartida do Estado.

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