Polícia investiga mãe que confessou morte de dois filhos após ser presa

Polícia investiga série de mortes de bebês após confissão de mãe de 21 anos

Uma investigação da Polícia Civil de Minas Gerais (PCMG) culminou na prisão preventiva de uma mulher de 21 anos, nesta quarta-feira (25/03), na cidade de Curvelo. A suspeita é acusada de matar a própria filha, uma recém-nascida de apenas 39 dias, por asfixia mecânica. Durante o interrogatório, a jovem revelou que este não foi seu primeiro crime contra a própria prole.
Divulgação/PCMG

Uma investigação da Polícia Civil de Minas Gerais (PCMG) culminou na prisão preventiva de uma mulher de 21 anos, nesta quarta-feira (25/03), na cidade de Curvelo.

A suspeita é acusada de matar a própria filha, uma recém-nascida de apenas 39 dias, por asfixia mecânica. Durante o interrogatório, a jovem revelou que este não foi seu primeiro crime contra a própria prole.

O caso veio à tona na última terça-feira (24/03), quando a Polícia Militar e o Samu foram acionados para atender a uma ocorrência de encontro de cadáver na residência da família. Inicialmente, a morte da bebê era tratada como “causa indeterminada”, mas o laudo da necropsia mudou o rumo das investigações.

A Confissão e o Segundo Crime

O laudo pericial apontou que a bebê morreu por asfixia mecânica, descartando a hipótese de morte natural (como o mal súbito). Pressionada pelas evidências, a mãe confessou ter usado um cobertor para obstruir as vias respiratórias da criança durante a madrugada.

Com informações do Metrópoles.

A revelação mais impactante, porém, veio em seguida:

  • Reincidência: A suspeita afirmou ter cometido um crime idêntico no ano passado contra outro filho recém-nascido.

  • Investigação Paralela: A PCMG confirmou que a morte do primeiro filho já é alvo de um inquérito separado conduzido pela delegacia de Curvelo para apurar as circunstâncias da época.

Próximos Passos

A mulher permanece presa preventivamente enquanto a polícia busca entender a motivação dos crimes e se há envolvimento de distúrbios psiquiátricos no caso. Até o fechamento desta reportagem, a defesa da investigada não havia sido localizada para comentar as acusações.

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