O deputado Edvaldo Magalhães protocolou nesta quarta-feira (9), um requerimento junto à Mesa Diretora da Assembleia Legislativa do Acre , convidando o defensor público Rodrigo Almeida, responsÔvel pelo Núcleo do Superendividamento e Ações do Consumidor, da Defensoria Pública do Estado (DPE), para discutir o ingresso de uma ação coletiva na Justiça contra a Prover, detentora do cartão Avancard, e contra o Banco MÔxima.
āConvidemos o defensor pĆŗblico Rodrigo, que Ć© responsĆ”vel pelo NĆŗcleo do Superendividamento e AƧƵes do Consumidor, da Defensoria PĆŗblica do Estado (DPE), para que possamos reunir e debater no Ć¢mbito dessa comissĆ£o uma necessĆ”ria e urgente ação coletiva onde todos Ć queles que foram levados ao erro de contratar emprĆ©stimos com esse cartĆ£o possam, nessa ação coletiva, pedir aquilo que estĆ” sendo conquistado por alguns servidores que Ć© o refazimento dos cĆ”lculos, para acabar com esse assalto que o cartĆ£o Avancard cometeu, com autorização governamental, com emprĆ©stimos extorsivos. Foi uma decisĆ£o dessa Assembleia, por um decreto de minha autoria, por unanimidade, de acabar com a margem extra, fez com ele desaparecesse da vida cotidiana dos servidores, pararam de ligar, deixaram de fazer propaganda, mas ainda estĆ£o ganhando muito nas costas dos servidores pĆŗblicosā, disse o parlamentar.
Edvaldo Magalhães disse que jÔ hÔ uma ação movida por um servidor público e a justiça jÔ determinou à Prover e ao Banco MÔxima a revisão nos cÔlculos de juros que hoje são de 5.8%, e a adequação aos percentuais determinados pelo Banco Central, no caso de 1,6%. O parlamentar disse que isso é aplicÔvel aos demais servidores, que se sentirem lesados e destacou também que hÔ decisões jÔ em 2ª Instância tomadas pelo Tribunal de Justiça do Acre, que ratificam decisões de 1º Instância determinando ao Avancard o refazimento dos cÔlculos.
