“Desde a queda da ponte, prefeito não apareceu”, diz líder comunitário

Presidente do bairro Niterói afirma que moradores aguardam visita de Gerlen Diniz desde o desabamento da ponte Padre Paolino

Por Redação ContilNet 15/06/2026 às 18:43
Líder comunitário critica ausência do prefeito no Segundo Distrito após desabamento da ponte/Foto: Reprodução

O presidente do bairro Niterói, localizado no Segundo Distrito de Sena Madureira, Raimundo Nonato (Louro) fez duras críticas à ausência do prefeito Gerlen Diniz na comunidade após o desabamento da ponte Padre Paolino, ocorrido no início deste mês. Segundo o líder comunitário, os moradores se sentem abandonados e aguardavam uma visita do gestor municipal diante dos transtornos enfrentados pela população.

Em tom de desabafo, o presidente afirmou que o prefeito não visita a região desde o período eleitoral de 2024 e que, mesmo diante da crise provocada pela queda da ponte, não compareceu ao local para conversar com os moradores ou prestar solidariedade às famílias afetadas.

“Ele não pisa aqui desde a eleição de 2024, e nem o desabamento da ponte fez ele nos visitar. A nossa comunidade está abandonada pelo poder público. Ele não veio nem visitar um primo legítimo dele que foi um dos feridos nesse acidente”, declarou.

Apesar das críticas à administração municipal, o representante comunitário reconheceu algumas ações que vêm sendo realizadas pelo Governo do Estado para minimizar os impactos causados pela interrupção da travessia. Ele agradeceu pela disponibilização da catraia que atende os moradores e pelos serviços de manutenção iniciados na estrada Mário Lobão, atualmente a principal rota alternativa para acesso ao Segundo Distrito.

No entanto, o líder comunitário destacou que ainda há demandas urgentes a serem atendidas. Entre elas, a instalação de uma balsa para garantir uma travessia mais segura e eficiente da população, especialmente para o transporte de veículos, mercadorias e serviços essenciais.

Segundo ele, a medida ajudaria a reduzir os transtornos enfrentados diariamente pelos moradores, que seguem convivendo com dificuldades de locomoção desde o desabamento da ponte Padre Paolino. A comunidade espera que novas providências sejam adotadas para restabelecer a normalidade na região o mais rápido possível.

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