O Fórum Mundial da Ayahuasca 2026 reúne, entre os dias 9 e 13 de setembro, lideranças indígenas, pesquisadores e participantes de diferentes partes do mundo em Girona, na Espanha. O encontro propõe um diálogo entre conhecimentos ancestrais e perspectivas ocidentais a partir da história, da cultura e dos usos da ayahuasca.
Entre os convidados está o jornalista acreano Altino Machado, que participou da programação com o painel “A jornada da ayahuasca: o caminho da globalização e da memória cultural”.
Durante a apresentação, Altino abordou o processo que levou a ayahuasca da Amazônia para outros contextos culturais e destacou que essa trajetória vai além da expansão geográfica da bebida.

“A jornada da ayahuasca: o caminho da globalização e da memória cultural”/Foto: altinomachado/Instagram
Segundo ele, a história envolve encontros entre povos, traduções culturais, transformações religiosas, disputas de narrativas, liberdade de crença, regulamentação e preservação da memória.
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Altino também defendeu que qualquer discussão sobre a expansão internacional da ayahuasca precisa reconhecer o protagonismo indígena e considerar tanto os registros documentais quanto a tradição oral na construção dessa memória.
O relato sobre a temática abordada por Altino Machado no Fórum Mundial da Ayahuasca, incluindo os pontos apresentados no painel, está disponível no Blog do Altino Machado.
