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Homem monitorado por tornozeleira é morto a tiros ao chegar em casa

Por Ithamar Souza, ContilNet 30/08/2026 08:23 Atualizado em 30/08/2026 08:34
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O monitorado por tornozeleira eletrônica T. de A. R., de 29 anos, foi executado com diversos disparos de arma de fogo enquanto chegava à própria residência acompanhado da esposa, na madrugada deste domingo (30), na Travessa Bararú, no bairro Cidade Nova, região do Segundo Distrito de Rio Branco.

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Segundo informações da Polícia Militar, T. de A. R. chegava à residência de motocicleta, na companhia da esposa, quando foi surpreendido por dois criminosos que chegaram a pé, encapuzados e armados com uma submetralhadora. No momento em que desceu da motocicleta, ele foi atingido por uma rajada de tiros.

Corpo no local do crime/Foto: ContilNet

Mesmo ferido, T. de A. R. ainda conseguiu correr por alguns metros pela rua, mas acabou perdendo as forças e caiu. Após a execução, os atiradores fugiram correndo do local.

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Durante o ataque, a esposa da vítima não foi atingida pelos disparos. Segundo informações, ela teria sido afastada de T. de A. R. pelos criminosos antes dos tiros.

Moradores da região que ouviram os disparos acionaram a Polícia Militar e o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu).

Uma ambulância de suporte avançado foi enviada ao endereço. No entanto, quando a equipe médica chegou, T. de A. R. já estava sem vida. Os profissionais apenas puderam constatar o óbito.

Policiais militares do 2º Batalhão estiveram no local, isolaram a área e preservaram a cena do crime para a realização dos trabalhos da perícia criminal. Em seguida, equipes policiais realizaram buscas e patrulhamento pela região na tentativa de localizar os suspeitos, mas nenhum envolvido foi preso.

Após a conclusão dos trabalhos periciais, o corpo foi removido e encaminhado ao Instituto Médico Legal (IML), onde passou pelos exames cadavéricos.

A Polícia trabalha inicialmente com a hipótese de que o homicídio possa estar relacionado à disputa entre organizações criminosas. O caso será investigado pela Equipe de Pronto Emprego (EPE) e, posteriormente, deverá ser encaminhado à Delegacia de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP).

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