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Mailza propõe Acre mais forte com agroindústria e novos mercados

Por Assessoria 07/09/2026 10:25
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A estratégia parte do potencial agropecuário do Acre e de sua posição na Amazônia, tema que também ganhou destaque com o Dia da Amazônia, celebrado no sábado, 5. O objetivo é conciliar produção e conservação, avançar na regularização fundiária e ambiental das propriedades e garantir segurança jurídica a quem produz, transformando as riquezas naturais e a força de quem trabalha no campo em emprego, renda e desenvolvimento para os 22 municípios.

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A estratégia parte do potencial agropecuário do Acre e de sua posição na Amazônia, tema que também ganhou destaque com o Dia da Amazônia, celebrado no sábado, 5. O objetivo é conciliar produção e conservação, permitindo a regularização de áreas para que as riquezas naturais e a força de quem trabalha no campo sejam transformadas em emprego, renda e desenvolvimento para os 22 municípios.

“Independência econômica significa produzir, beneficiar e comercializar os nossos produtos com cada vez mais qualidade e valor. O Acre não pode se limitar a vender matéria-prima. Precisamos fortalecer nossos produtores, ampliar a agroindústria e fazer com que a riqueza gerada aqui permaneça no estado”, afirma Mailza.

Mailza propõe fortalecimento da produção e agroindústria no Acre | Foto: Ascom

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Para a pecuária, o plano prevê ampliar o programa Pecuária Mais Eficiente, facilitando o acesso dos produtores a calcário, mecanização, recuperação de pastagens, melhoramento genético e alimentação balanceada para os animais. Outra frente é a modernização da vigilância agropecuária, com fortalecimento das barreiras sanitárias, dos laboratórios, da fiscalização nas fronteiras e dos sistemas de rastreabilidade animal e vegetal.

A produção de leite também terá uma política específica, com assistência técnica, melhoramento genético do rebanho, instalação de tanques de resfriamento e apoio à comercialização de leite e derivados. O plano contempla ainda a expansão da suinocultura, da avicultura, da piscicultura e da apicultura, criando alternativas de renda e diversificando a produção rural.

Na agricultura familiar, Mailza propõe instituir patrulhas mecanizadas em todas as regiões, de acordo com as necessidades de cada município e comunidade. As máquinas deverão atender pequenos produtores por meio de parcerias com prefeituras, cooperativas, associações e sindicatos rurais, ampliando as áreas preparadas para o plantio.

Outro compromisso é criar o programa Ramais da Produção | Foto: Ascom

“Vamos olhar para quem produz em diferentes escalas. O grande produtor contribui para o crescimento da economia, mas o agricultor familiar também precisa de máquina, assistência técnica, ramal, armazenamento e mercado para vender. O papel do Estado será criar as condições para que todos possam crescer”, destaca Mailza.

O programa Compra Garantida deverá ampliar os investimentos estaduais no Programa de Aquisição de Alimentos, aumentando o número de agricultores atendidos e a compra da produção destinada às ações de segurança alimentar. Os produtores também receberão orientação para acessar crédito rural e participar de programas como o PAA e o Programa Nacional de Alimentação Escolar.

Outro compromisso é criar o programa Ramais da Produção, que deverá identificar e priorizar estradas vicinais utilizadas para transportar produtos agrícolas e pecuários. O plano prevê ainda novos armazéns nas regiões produtoras, câmaras frias para pequenos produtores e estruturas públicas compartilhadas para colheita, secagem e armazenamento de grãos.

A proposta busca enfrentar um problema que reduz a renda no campo: a perda da produção ou a venda por preços baixos devido à falta de transporte, beneficiamento e locais adequados para armazenar os produtos. Com infraestrutura, o produtor poderá conservar os alimentos por mais tempo, planejar a comercialização e negociar em melhores condições.

Produtos em ascensão

Café e cacau aparecem como cadeias estratégicas, por isso, o governo deverá facilitar o acesso a mudas, preparo do solo, assistência técnica, secagem, processamento e armazenamento. Também estão previstas pequenas fábricas de cafés e chocolates finos, permitindo que o produto seja beneficiado no Acre e chegue ao mercado com maior valor agregado.

A mesma política será aplicada a produtos como açaí, castanha, borracha, mel, farinha e derivados da mandioca. O plano prevê apoiar cooperativas, associações e pequenos empreendimentos na aquisição de máquinas, modernização das agroindústrias, certificação, rastreabilidade, embalagem e comercialização.

A agenda ambiental será integrada à produção. Entre as medidas estão os sistemas agroflorestais com espécies frutíferas, o Programa Estadual de Bioeconomia, a comercialização de créditos de carbono e o apoio à regularização ambiental das propriedades. O produtor deverá contar com orientação para atualizar o Cadastro Ambiental Rural, aderir ao Programa de Regularização Ambiental e recuperar áreas degradadas.

Exportação

Mailza também propõe aproveitar a localização do Acre para ampliar o comércio com Peru, Bolívia e outros países. O fortalecimento dos corredores de exportação deverá reduzir custos logísticos, atrair investimentos e abrir mercados para carnes, grãos, café, cacau, produtos florestais e mercadorias beneficiadas pela indústria acreana.

“Nosso projeto é fazer o Acre produzir mais, industrializar mais e vender para mercados maiores. Desenvolvimento e preservação podem caminhar juntos, com segurança para quem produz, renda para as famílias e oportunidades para os jovens permanecerem no campo. Esse é o caminho para um estado mais forte e economicamente independente”, concluiu Mailza.

Conteúdo Original / Fonte: Assessoria
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