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Mais de 700 animais passam por fiscalização para participar da Expoacre

Por Anne Nascimento, ContilNet 06/08/2026 14:18
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Antes de chegarem às pistas de rodeio, aos leilões e às exposições da Expoacre 2026, mais de 700 animais passaram por uma rigorosa fiscalização sanitária realizada pelo Instituto de Defesa Agropecuária e Florestal do Acre (Idaf). O trabalho garante que apenas animais em condições adequadas de saúde participem da maior feira agropecuária do estado, protegendo o rebanho acreano e a segurança sanitária do evento.

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Ao todo, o Idaf já inspecionou 262 bovinos, 88 equinos, 34 ovinos, 226 peixes e exemplares de outras espécies antes da entrada no Parque de Exposições Wildy Viana. A fiscalização começou na sexta-feira (31), com a chegada dos primeiros animais, e segue durante toda a programação da feira.

Além da inspeção clínica, médicos veterinários e fiscais agropecuários conferem toda a documentação exigida para o transporte e participação dos animais. Entre os documentos obrigatórios está a Guia de Trânsito Animal (GTA), que permite rastrear a origem e o destino dos rebanhos e deve ser emitida especificamente para a Expoacre.

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As equipes também verificam possíveis sinais de doenças e o cumprimento das normas de defesa agropecuária e de bem-estar animal. Somente após a aprovação os animais são autorizados a participar das atividades da programação, como exposições, provas dos três tambores, rodeios e leilões.

Durante toda a Expoacre, o Idaf mantém equipes de plantão no Parque de Exposições, das 7h às 20h, acompanhando a movimentação dos animais, fiscalizando as instalações e orientando os expositores sobre os procedimentos sanitários.

O trabalho será concluído na segunda-feira (10), quando o Instituto realizará a emissão das Guias de Trânsito Animal (GTAs) de retorno, documento necessário para que os animais deixem o parque de forma regular e segura, encerrando o ciclo de fiscalização da feira.

Segundo o Idaf, a fiscalização é uma etapa essencial para prevenir a disseminação de enfermidades, garantir a rastreabilidade dos animais e preservar a sanidade do rebanho acreano, um dos principais patrimônios da agropecuária do estado.

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