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Cotidiano

“Não precisamos provar nada”, dizem sócios de empresa que fez ponte em Sena

Por Everton Damasceno, ContilNet 09/06/2026 13:30 Atualizado em 09/06/2026 16:27
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Alvo de intensos questionamentos nas redes sociais após o desabamento da ponte Padre Paolino Baldassari, a Construtora Cidade se pronunciou sobre o seu futuro no estado e as recentes licitações vencidas em Rio Branco.

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Diante das cobranças de internautas sobre a competência e a capacidade técnica da empresa para gerenciar novos projetos na capital, os proprietários, Roberto e Raul Santos, reagiram com firmeza, invocando o histórico de décadas de atuação na região. A dupla foi até Sena Madureira, nesta terça-feira (9), para realizar uma vistoria na ponte.

Empresa aceitará rescisão de nova ponte na capital se governo quiser, diz empresário/ Foto: Gleison Junior/ Orna Audiovisual

O desabafo ocorreu após serem confrontados sobre a desconfiança do público em relação à execução de novas frentes de trabalho, incluindo os desdobramentos em torno da construção da chamada “Sexta Ponte”, na capital.

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 “Nós não precisamos provar nada. Nós trabalhamos há 25 anos aqui e fizemos quase todas as pontes do Acre”, disparou o empresário Roberto Santos, rebatendo as críticas sobre a capacidade da empreiteira.

Contrato da Sexta Ponte fica à disposição do Governo

Questionados sobre a continuidade de grandes contratos vigentes, como o da nova ponte em Rio Branco, os empresários adotaram uma postura de desapego institucional, deixando a decisão final inteiramente nas mãos do Poder Executivo estadual.

Segundo eles, não haverá qualquer tipo de resistência ou pressão jurídica caso o Estado opte pelo distrato.

 “Agora, essa questão da… tá falando da Sexta Ponte, né? Essa questão da Sexta Ponte fica a critério da governadora. Ela fica bem à vontade, nós não temos nenhuma… não tem nenhuma pressão nossa, tá?”, afirmou o empreiteiro.

Roberto Santos concluiu reforçando que a empresa respeitará a decisão da governadora Mailza Assis diante do atual cenário de crise.

“Se ela achar que tem que rescindir o contrato com a gente, ela pode… nós não temos o que fazer, nem o que… não tem o que fazer. Isso aí é um critério do governo”, finalizou o sócio da Construtora Cidade.

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