Em pleno mĂŞs dedicado ao combate Ă exploração sexual infantil, a PolĂcia Civil de Epitaciolândia prendeu em flagrante, na tarde desta quinta-feira (14), o senhor E.R.S., de 71 anos, suspeito de cometer crime de estupro de vulnerável contra uma criança de apenas sete anos de idade. A ação foi deflagrada apĂłs recebimento de denĂşncia anĂ´nima feita por um morador da comunidade conhecida como InvasĂŁo da GUASCO, que informou que a criança estava sendo vĂtima de abusos naquele exato momento.
Imediatamente apĂłs o alerta, uma equipe policial se deslocou atĂ© o endereço indicado. Embora a vĂtima nĂŁo estivesse na residĂŞncia durante a abordagem, os agentes encontraram e apreenderam provas que confirmam a materialidade do crime: sobre a cama do suspeito, estavam calcinhas infantis, novas e usadas. TambĂ©m foram localizados valores em dinheiro, brinquedos e alimentos — itens que, segundo as investigações, eram usados pelo homem para atrair a vĂtima e obter acesso a ela. O exame mĂ©dico-pericial realizado na criança atestou lesões e sinais compatĂveis com a prática de atos libidinosos, confirmando a violĂŞncia sexual.
Conforme apurado pela polĂcia, o investigador se aproveitava da pouca idade e da condição socioeconĂ´mica da vĂtima para oferecer pequenos benefĂcios em troca dos abusos. Para a autoridade responsável pelo caso, o conjunto de provas, testemunhos e laudos tĂ©cnicos reunidos já configura indĂcios suficientes de autoria e materialidade, o que motivou tambĂ©m o pedido de medidas cautelares adicionais.
“A PolĂcia Civil atuou rapidamente para interromper essa violĂŞncia e garantir a responsabilização do autor”, destacou a equipe, reforçando o papel fundamental da denĂşncia da população no combate a crimes dessa natureza. Toda a operação foi acompanhada e coordenada pelo delegado titular da Delegacia de Epitaciolândia.
O suspeito permanece preso e Ă disposição da Justiça, enquanto seguem os trâmites legais para formalização da acusação. A instituição reforça seu compromisso no enfrentamento a crimes contra crianças e adolescentes e reitera que denĂşncias sĂŁo essenciais para proteger as vĂtimas e prender os responsáveis.



