12 momentos em que a política brasileira foi mais engraçada que a piada do pavê

Por Wania Pinheiro, ContilNet 24/12/2017 às 16:55

Milhões de sobrinhos Brasil adentro já estão preparados para aturar aquele tio distante fazendo a inevitável piada do “pavê ou pra comer” durante a ceia de Natal na noite deste domingo (24) – ou madrugada de segunda (25), a depender da fome de quem estiver à mesa. Ao longo de 2017, os engravatados de Brasília e outros expoentes do cenário político brasileiro provaram que podem ser bem mais engraçados que a ultrapassada piada com a sobremesa natalina. Confira abaixo 12 momentos bizarros da política brasileira no ano:

1-) Já que o assunto é ceia, vamos relembrar um belo banquete

Em março, o setor agropecuário do País estremeceu após a deflagração da Operação Carne Fraca, que descobriu que proprietários de diversos frigoríficos pagavam propina a agentes de fiscalização para que eles fechassem os olhos para irregularidades no processamento de carne.

A descoberta levou importantes mercados internacionais a fecharem as portas para a carne brasileira, o que fez com que o presidente Michel Temer decidisse convidar embaixadores a uma churrascaria de Brasília para demonstrar seu apreço ao produto nacional. Mas não deu muito certo: funcionários do restaurante escolhido revelaram que o local só trabalhava com carnes importadas.

Churrascaria escolhida por Temer para incentivar o consumo de carne nacional não oferece cortes brasileiros/Divulgação/Palácio do Planalto

2-) Ainda no tema comida, falemos agora de marmita

Nem só de churrascos viveram os políticos em 2017. Em julho, um grupo de senadoras da oposição ao governo ocupou a Mesa Diretora do Senado para impedir a votação da reforma trabalhista (que mais tarde foi aprovada).

As senadoras Gleisi Hoffmann (PT-RR), Fátima Bezerra (PT-RN), Vanessa Graziotin (PCdoB-AM), Regina Sousa (PT-PI) e Lídice da Mata (PSB-BA) chegaram a comer marmitas na Mesa Diretora durante o protesto , que só foi encerrado após várias horas de discussão.

Impedido de sentar em sua cadeira, o presidente do Senado, Eunício Oliveira (PMDB-CE), tomou uma medida peculiar para encerrar o protesto: mandou desligar os microfones e a luz do plenário.

A marmita também já havia sido personagem de outro episódio, em maio, quando o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) prestou depoimento ao juiz Sérgio Moro sobre o caso tríplex. A audiência durou quase cinco horas e o magistrado de Curitiba também lançou mão de uma ‘quentinha’ para aguentar a maratona.

3-) Então quer dizer que ninguém passou fome no mundo dos políticos?

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Conteúdo Original / Fonte: IG

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