Ele começou a carreira na década de 1960, na Unidos de São Carlos. Quando a escola passou a se chamar Estácio de Sá, em 1983, Dominguinhos estava lá.
Pela Imperatriz Leopoldinense, o artista foi campeão do carnaval carioca em duas ocasiões: em 1981, com “Só dá Lalá”, e em 1989 com “Liberdade, liberdade, abre as asas sobre nós”.
Dominguinhos do Estácio morreu na noite deste domingo (30), vítima de uma hemorragia cerebral. — Foto: Reprodução/Redes sociais
Ao longo da vida, ele levantou a taça de campeão do carnaval cinco vezes.
Em 2020, ele sofreu um infarto depois do desfile da Viradouro e foi do Sambódromo direto para o hospital. Além da agremiação de Niterói, ele também teve passagem pela Grande Rio.
Amigos do mundo do samba começaram a se manifestar pela morte do intérprete.
“É com muita tristeza que recebo a notícia da morte do senhor Dominguinhos do Estácio. Ele é uma referência para mim. Aprendi a cantar, a conduzir sambas, com ele. Ele nos ensinou que a respiração também é música”, disse o intérprete da Grande Rio, Evandro Malandro.
“Uma das vozes mais bonitas e elegantes que já vi passar pela Marquês de Sapucaí. Uma grande referência para todos nós, cantores. Vai deixar muitas saudades. Vai com Deus”, afirmou o intérprete da Mangueira, Marquinho Art’Samba.
Dominguinhos deixa cinco filhos. Ainda não há informações sobre o enterro.