O segundo ano da atração, que estreou recentemente no streaming, mantém em alta a popularidade da produção, que está entre as mais vistas do Brasil e do ranking geral.
O sucesso da mitologia nórdica, é inegável, está associado às recentes produções da Marvel: que faz sua própria leitura de Thor, Odin e
Loki – personagem que ganhará série própria no Disney+, em 9 de junho. Com grande
hype em cima do tema, a Netflix não queria ficar para trás.
Porém, o serviço de streaming foi buscar outra fórmula: que fica ainda mais evidente na 2ª temporada. Em Ragnarok, a mitologia é explorada de forma mais “purista” – se é possível falar disso de uma tradição oral, que se estende por muitos séculos.
Neste novo ano, Ragnarok se afasta dos dramas juvenis e mostra Thor/Magne compreendendo seu papel como um Deus, que precisa seguir em sua luta contra os gigantes da família Jutul, custe o que costar.
Ao mesmo tempo em que o protagonista ganha força, os outros personagens têm mais tempo de tela nesta sequência, melhorando o seriado – destaque para Laurits/Loki, Saxa, Iman e Wotan/Odin.