Vazamento de GTA 6 revela gameplay e mapa de Leônida
Conteúdo divulgado pelo grupo hacker Cyberleek reacende debates sobre o fim dos discos físicos e sofre derrubadas por direitos autorais.
Novos vídeos e capturas de tela atribuídos a GTA 6 viralizaram nas redes sociais na terça-feira (18/8). O vazamento, de responsabilidade do coletivo hacker Cyberleek, expõe gravações do protagonista Jason praticando basquete na sacada de casa e dirigindo em alta velocidade no trânsito.
De acordo com as informações apuradas pelos jornalistas Róbson Martins e Gabriel Almeida para o portal TECHTUDO, as imagens também alegam revelar a extensão total do estado de Leônida.
“O coletivo publicou uma carta aberta afirmando que a ação é um protesto contra a pré-venda de jogos em mídia digital sem disco físico e contra o fim do estoque tangível nos consoles”, destacaram os repórteres Róbson Martins e Gabriel Almeida em matéria veiculada no TECHTUDO.
Mecânicas de combate, marcador de combustível e remoções da Take-Two
Conforme detalhado pela cobertura de Róbson Martins e Gabriel Almeida no TECHTUDO, as cenas revelam novos recursos de interface e jogabilidade:
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Atividades Secundárias: Um dos trechos mostra Jason saltando de uma sacada para arremessar bolas em uma cesta de basquete.
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Ação no Trânsito: Jason conduz a picape Vapid Creado, envolve-se em uma briga com chave de grifo e foge de viaturas da polícia.
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Sistemas no HUD: Os vídeos indicam o retorno do nível de procurado com 6 estrelas, medidor de combustível nos carros e opções de armazenamento na caçamba.
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Reivindicação de Direitos: A derrubada veloz dos vídeos por ordens de copyright da Take-Two aumentou as especulações sobre a veracidade do material.
Por que o grupo Cyberleek vazou as imagens de GTA 6?
O coletivo justificou o vazamento como um manifesto contra as pré-vendas digitais e o encerramento da produção de mídias físicas em disco pelas distribuidoras.
A Rockstar Games confirmou se o vazamento de GTA 6 é verdadeiro?
A desenvolvedora não confirmou oficialmente a veracidade, porém a remoção em massa dos vídeos no X e no YouTube por direitos autorais reforçou a autenticidade das imagens.